Video

Essa semana deu pau no video, na maquina de secar e na luminaria do escritorio. O conserto do video fica em 100 pratas. quanto esta custando um video hoje em dia? Uns 300? Vale a pena consertar o coitado? Nem eh tao velho assim. Ou sera que compro um novo. Da doh jogar coisas fora quando elas ainda podem ser usadas, neh? Ou sou so eu que penso assim?
O preco da maquina de secar vem amanha, o orcamento. Vai ser outro susto. E vou ter que comprar outra luminaria mesmo. A daqui quebrou toda. E he novinha! Mas tudo tem jeito, nao e mesmo?

  Escrito por Bloco às 19h57
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Passando rapidinho


Ensaiei até agora, vai ser legal o show. Só que o tempo virou e ficou frio. E eu só de camiseta na rua. Agora vou tomar um banho e sair de cabelo molhado? Necas. vou de cabelo seco e cachecol.
Gravo com a Adriane e vou direto para o show que começa às 11. Depois eu conto.


  Escrito por Bloco às 19h55
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Gripe, agora????


Tô com um espirro querend chegar. A garganta meio coçando, o nariz congestionado, parece que vai pegar. Era só o que faltava. Vou à Ordem dos Músicos e de lá para o Joquei, ensaiar para o show de hoje à noite. Saio de lá e vou cortar o cabelo, se der, e depois vou para a gravação da Adriane Galisteu e de lá saio para o show. Se der tempo eu tomo banho e como. Nada garantido.
e me aparece um resfriado ou gripe? Tossindo, sentindo a garaganta escorrendo, será que é real? Vou rezar para dar tudo certo e a voz não valhar. E não vou esgoelar. tomara que ninguém fuime perto de mim também.

Quando der eu passo por aqui e dou notícias.

  Escrito por Bloco às 11h28
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AINDA NO UOL

Outra coisa pra voce ver e comentar.
Esse foi o especial feito para o UOL.

http://www2.uol.com.br/tvuol/show/ult1543u154.shl

Muito obrigado, Adriana!! Um beijo para a Juliana tambem. O pessoal todo do UOL me tratou muito bem. Fico muito grato mesmo.




  Escrito por Bloco às 00h25
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GARAGEM / UOL


Estou la no Na Mata,, combinando algumas mudancas, quando liga o Marcelo Paiva. To te ouvindo. ONde? No Garagem. Foi ontem. Mas ta no site o UOL. Ele tava rindo. O negocio devia estar bom.
Falo um monte de abobrinhas em um programa de segunda 10 da noite, underground, e a coisa acaba dividindo a manchete do UOL junto com a Solange do big brother, recordista de rejeicao. To na moda!!!
Vai dar polemica, e claro, e continuando a saga, aos poucos vou seguindo a estrada punk, sem planejar e ou desejar mas achando otimo. O show ta cada vez mais pesado mas as meninas nao estao reclamando pois as cancoes sao boas. Assim penso eu. E a pior coisa que pode acontecer e ter na plateia mais homem que mulher. Isso nunca!!! E muito baixo astral.

ai vai o link.

http://www2.uol.com.br/garagem/anteriores/prog025.html




  Escrito por Bloco às 00h23
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GARAGEM


Liga o Marcelo Paiva dizendo que está me ouvindo. Onde? No garagem. Mas o garagem foi ontem!!!! Tá na capa do UOL. Pronto, tudo o que foi dito num programa às 10 da noite, de garagem underground, virou capa do portal mais pop do país. vou ficando cada vez mais punk, mesmo não tendo vontade disso. E nem planejado. Vida que segue. FAzer o quê? Não reclamo de nada. Só não suporto é platéia que tem mais homem que mulher. Isso é a morte!!!!
o link


http://www2.uol.com.br/garagem/anteriores/prog025.html

vai lá ver as besteiras que falamos. Foi muito divertido!

  Escrito por Bloco às 21h48
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Lá vou eu para o ensaio


Dia comprido. Vou agora ensaiar com a banda. Aviso: amanhã, no Open Air é outra parada! vou tocar com a banda do Zé Ricardo e fazer uma Jam com ele e com o Kiko Zambianchi. Vai ser muito interessante e vão rolar músicas minhas, lógico, mas ver o show de quarta não tem nada a ver com o de quinta. Sendo assim aconselho você a ir nos dois e me fazer muito feliz.

Tenho que ir à OMB. Ordem dos Müsicos do Brasil. Lá no Rio o pessoal já me conhece desde que fui fazer os exames em 81, se não me engano. ficamos amigos. ir à OMB aqui, entre outras coisas, é ir me transferindo totalmente. Não tenho vontade de trocar o título de eleitor. Pretendo continuar votando no Rio. Acho que o meu voto é mais útil lá, afinal São Paulo está muito mehor administrada. Cidade e estado, pensando bem. E não quero ainda, verdade seja dita. Uma hora dessas. Pedra que rola não cria limo. Nada como ter duas ou três cidades. Sim, o dia em que puder eu vou ficar muito mais local em Goiânia. E já sou praticamente cidadão de Belo Horizonte. também tenho minas afinidades com Curitiba e Florianópolis, pra não falar de Fortaleza! em todas essas cidades já fui várias vezes e tive momentos ótimos. gosto muito do Brasil. E daí? Alguém perguntou? Como é que eu vim parar aqui?
Ah, a OMB. vou lá. Papelada. Pagar a anuidade. Sou músico profissional. Há quem seja músico prático, os que não sabem ler partitura. Pro é pro. Embora eu nunca mais tenha lido uma partitura, desde o dia do exame.
Se bem que eu leio sim, como se fosse um gráfico, as melodias. Sei mais ou menos os intervalos, e para onde ir. Sei. E alguém perguntou? Beleza.
Deixa eu ir para o ensaio.

  Escrito por Bloco às 09h41
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Houston, we have a problem

Cai da cama, pra variar, e vim ver como estavam as coisas por aqui. Nada. Fora do ar. Olhei aqui e ali e nada. Desliguei, liguei de novo, chequei os fios, sabe como é, algum gato pode ter desligado, nada. Liguei pro terra. Mandaram eu fazer tudo o que já tinha feito. Nada. Transferiram a ligação, de novo o processo todo e bem, uma novidade: o problema não era comigo, era lá no Terra mesmo! Pô, demorou mas abalou!!! E aí? Bom, quando os técnicos chegarem eles vão ver o que é e te avisam. Beleza. Indaguei se eu poderia usar o acesso discado já que a banda larga não estava funcionando. Claro! Mas vai ter que pagar. Por quê? Porque sim.
Pano rápido. Vou discutir com a madame?

  Escrito por Bloco às 09h23
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Frango com quiabo


Acabo de fazer, traçar, um frango com quiabo (eu ponho açafrão, fica ótimo!), arroz e batata doce frita. ficou muito bom. Alguém tá servido/

Daqui a pouco vou para a Brasil 2000. De 10 à meia-noite. o nome do programa é GARAGEM e é o maior sucesso. Parece que vai ser divertido. Todo mundo convidado


Vou ver o 24 horas. Atualmente meu seriado preferido. Antes era o Friends mas repete tanto que a gente nunca sabe quando é que vai começar ou acabar uma temporada. É um saco. No meio da temporada começam a passar repetidos, uma bagunça. Acabei desistindo de tentar entender a Warner Channel. E alguém, por favor, me explique porque é A Warner channel. Canal é masculino! A Warner eu entendo, mas não a Warner channel. O Sony e a Warner? tem gato nesse balaio..

Recebo um simpático mail de uma das nossas leitoras dizendo que foi a uma festa e lá tocou uma música minha. Aí rolou o assunto, tô fazendo show e coisa e tal e amores e ódios foram revelados. Um camarada disse: esse cara tem a maior pinta de gay!!! A menina ainda indagou que estavam discutindo qualidade musical e não preferência sexual. Assunto encerrado: as meninas me amavam e os caras me odiavam. E o gay sou eu. Tá bom. Acho que o fato de ter e me sentir à vontade com gays faz com que os enrustidos pensem que eu sou também. Sei lá. No fundo eu sei que ser artista significa de viado, puta e maconheiro. Sempre vai ter um pra dizer que todo mundo é viado ou puta ou maconheiro. Se é que isso incomoda alguém hoje em dia.

vou ver o Bauer sair das roubadas e daqui a pouco tô na rádio.

  Escrito por Bloco às 21h16
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Vejinha SP



http://veja.abril.com.br/vejasp/roteiros/shows.html#leo



  Escrito por Bloco às 17h37
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Suzana

Olha a gente ai, no carnaval.





Como boa leonina, alem do borogodo fora do comum, ela tem aquele carisma e astral altissimo. Fui ve-la no teatro um dia desses e fiquei surpreso. Na peca so atores de teatro, nenhum televisivo, e um texto bom tradicional, um boulevard, e ela fazendo muito bem feito, com entrega, totalmente no caminnho. Um encanto. Enfim, se livrando do estigma de tiazinha. Lembre-se de que a moca foi bailarina muito tempo. E tem um pezinho lindo! :-))

  Escrito por Bloco às 09h11
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Rotina

No comeco do ano, quando sai do hospital, estava com uma rotina tao gostosa. Acordava cedo e na mesma hora todos os dias. Comia de 3 em 3 horas e me sentia muito bem. Como manter isso fazendo shows de madrugada? Mas que eu gostaria, nao tenho duvida. Acho que eh por isso que tenho acordado cedo e voltado a dormir. Nostalgia da rotina.

  Escrito por Bloco às 06h18
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Russo


Ontem seria o aniversário do Renato Russo. Vocênão sabe o quanto é triste ter que apagar o nome e endereço de um amigo da agenda no computador. Parece que apertar o delete é tirá-lo de vez da realidade. É como matá-lo outra vez. E mantê-lo na agenda é ainda mais mórbido. Coisa dura de fazer. Mas lembrar dele é inevitável. tomei um certo enjôo das músicas, quase todas. Ouvi muito! E agora estou tocando Ainda é cedo nos shows. Acho que ouvir o Cazuza e o Renato no rádio dá aquela angústia do amigo perdido. É muito intenso pra quem está só querendo ouvir rádio no engarrafamento. As saudades só aumentam.

A última atividade social do Renato fora de casa foi um jantar na minha. Ele comentou que estava pensando em fazer um disco com as músicas que ele mais gostava e que A Fórmula do amor estava na lista. Aquilo me deixou muito feliz. Amirava-o muito como compositor e como idealizador da própria carreira e figura. Um gênio. Pena ter ido tão cedo. O filme do Cazuza vai sair. Quem será o Leo Jaime do filme? Será que no filme eu participo da história como na realidade? Sei lá, só vendo.

Fui ver a última apresentação da peça do Mário Bortolloto e gostei muito. Comprei um livro com doze outras peças e ganhei dele um romance com cara de pulp fiction, impresso em papel jornal no formato de bolso, muito bacana! Deu vontade de escrever, vendo as coisas dele. Ele faz parecer que é muito fácil, o que é marca de muito talento.

Agora vou voltar para a cama. Após esse breve hiato. Acordar às cinco e dar uma voltinha é muito estranho, né? Mas eu sou muito esquisito. Fazer o quê?

  Escrito por Bloco às 06h09
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Um amigo fez uma critica do show e vou publica-la aqui para o seu conhecimento.

Depois diz o que achou.

CRÍTICA ¿ SHOW LÉO JAIME (18.03)

TÍTULO: BACK TO NEW WAVE

OLHO: Léo Jaime prova que o rock nacional não errou. Nem morreu.

Por Fernando Victorino
Os bons tempos voltaram. Parece clichê, mas trata-se de uma constatação.
Numa discreta rua do Itaim, pelo menos, o bom e nada senil rock nacional resplandece com força todas as quintas-feiras.
Num tempo em que Kellys, Sandys e KLBs da vida inundam programas de tevê e rádios com suas (?) letras melosas, de rimas previsíveis e turbinados por um danoso sistema de marketing, um integrante da chamada geração 80 prova que um bom show pode rolar até mesmo num elevador, se preciso for.
Pouco mais de meia-noite. Madrugada de sexta-feira dando seus primeiros sinais quando o dj ¿ depois de uma discotecagem básica que inclui Smiths, Duran Duran, entre outros pares da new wave ¿ sobe o braço da pick-up.
A luz cai um pouco mais. No palco Léo Jaime aciona com o primeiro acorde de sua guitarra uma espécie de máquina do tempo.
Pra quem esperava um de seus sucessos logo de saída, uma surpresa. A banda abre o show com o tema de Missão Impossível, de Lallo Schifrin.
Tão logo a música acaba, Léo dá boa-noite ao público, mas é atropelado por uma mulher que berra do mezanino: - Sônia!
¿O show é meu. Toco o que eu quiser, quando eu quiser, tá¿ ¿ Léo fala em tom canastrão. Todos riem.
A partir daí o repertório é acompanhado por homens e mulheres que passaram dos 30 anos ou estão beirando.
Músicos, atores, jornalistas, gente ligada ao esporte. Representantes das classes em que Léo Jaime militou até hoje estão na platéia. É, foi-se o tempo em que ele só tinha o Zé como amigo.
Aliás, em A vida não presta ele descansa. Deixa que um coro entoe os versos da dor-de-cotovelo mais conhecida da década de 80.
Nova pausa é concedida. Mas desta vez para receber os amigos. Primeiro, Kiko Zambianchi. Para quem espera um dueto de Primeiros erros ou Rolam as pedras, nova surpresa. Ainda é cedo, um clássico dos primórdios da Legião Urbana é cantado com vigor, com raiva, de maneira visceral à medida que P.A. (sim, o baterista do RPM também sobe à cena) desce o braço no canto mais escondido do palco.
O show avança e nada de nossa amiga do mezanino ser atendida.
Léo emplaca ainda a bela Fotografia, música dele e Leoni (ex-Heróis da Resistência). ¿Ele começou a compor e não sabia pra onde ir. Eu apenas o botei no caminho de novo¿, explica.
Música nova, cd novo à vista, então? ¿Não, vamos colocá-la apenas na internet¿, avisa. Cd mesmo só desse show. ¿Mas, futuramente¿ ¿ confessa, revelando total ausência de pressa.
Em pouco mais de uma hora, ele promove a maior viagem coletiva de que se tem notícia. Tudo sem afetação. O repertório de mais de 20 anos é conhecido por todos. ¿No Rio esse show não funciona como em Sampa. Aqui o pessoal canta mais¿, conta um freqüentador, denotando um forte sotaque carioca.
O show chega ao fim. A banda deixa o palco e nem é preciso o tradicional coro de ¿volta¿ ou ¿mais um¿. Pausa apenas para uma água. De praxe, Léo e banda sobem ao palco.
Sônia, um verdadeiro hino ninfomaníaco, bota todos pra dançar e fecha a noite. A garota do mezanino é a mais feliz.
Semana que vem a viagem continua.



  Escrito por Bloco às 03h32
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E lah vou eu outra vez


Pintou agora mesmo um convite para a sessao de meia-noite do Open Air. E eu vou! filme de surf, ao ar livre, pre-estreia. Depois eu conto.
Hoje fui ao Jacarh, na Vila Madalena, um botequim muito parecido com o Braseiro da Gavea. Muito mesmo. Como sempre, soh fica faltando o torcedor de botafogo em pe, de sunga, no meio do bar, com um jornal debaixo do braco, dizendo que botafogo levou o Brasil nas costas em 58. De resto era mesmo o proprio Rio. E na minha mesa tinha um botafoguense que odiava o Flamengo. Isso me fez um bem danado, me senti em casa, tendo duas casas.

  Escrito por Bloco às 23h44
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OPEN AIR

Finalmente consegui ir uma noite ao Open Air. Nem vi o filme, so jantei muito bem e revi amigos, entre eles a Marina Lima que estava la curtindo. Esse programa e maravilhoso. Uma tela de cinema imensa, muito maior do que a de um cinema drive-in habitual e o sistema de som grande como o de um show, a gente se esparrama em uns puffs ou cadeiras enrolado em uma mantinha, pipoca de graca e tudo o mais. No final tem uma jam session, ou sessao geleia, com o Ze Ricardo e uma banda excelente num palco muito som, som maravilhoso, tudo de primeira.
Encontrei o Nando Reis na hora em que ele ia entrar em cena. La pelas tantas, soube depois, o Bi e o Barone subiram ao palco e resolveram tocar uma muaica minha e me anunciaram ao microfone. Cade que eu tava la! Acho que o publico se incumbiu de cantar no meu lugar pois eu ja estava no Maeva dando canja no show do Mauricio Gasperini.
Como eu tenho dito: isso tudo lembra muito o clima do inicio dos anos 80 em que todo mundo participava do trabalho de todo mundo, publico e artistas se misturavam sem muito aparato e todo mundo era mais feliz e unido.

E ai vai uma foto da ultima quinta, gracas ao Rodrigo!




  Escrito por Bloco às 07h49
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ADOLESCENTES




Esse sou eu, saindo da agua, aos 15 ou 16.



Minha grande amiga, e primeira namorada, Esmeralda



Juntos com a Denise, uma grande amiga

  Escrito por Bloco às 14h34
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It¿s been a hard day¿s night

Oito dias por semana.

Quase seis da matina e nada do sono chegar. E eu exausto. Tenho trabalhado tanto que não dá nem sossego suficiente pra descansar. Difícil entender isso, não é? Tão cansado que não consigo um sono bom, e é difícil pegar no sono. Muitas coisas na cabeça, a maioria boa!, mas é difícil desligar.
Prováveis shows, de acordo com consultas feitas nessa semana; Angra dos Reis, Belo Horizonte, Hípica (SP), Fortaleza, Brasília, Goiânia, Assis e mais um algumas casas de SP. Nada confirmado ainda. Tudo em negociação. Os fechados são: lanterna (Vila Madalena) dia 13/4, Open Air (quarta que vem!), Morro da Urca em 23/4, Centro Cultural Vergueiro em junho e depois eu publico a lista toda.
Muita coisa acontecendo e muitos programas de TV, rádio, ensaios e tudo o mais. Tudo feito artesanalmente, sem superproduções e com o mínimo de estrutura. Tudo bem enxuto. Diria que a vida está muito boa, só falta achar tempo no meio disso tudo pra descansar. E quando chega essa hora eu venho escrever no bloco. Curioso. Tenho sentido esse momento como um renascimento. E tenho feito muitos novos amigos, No bloco de notas, nos shows. Sinto-me propenso a gastar um pouco mais de tempo com o pessoal que vai ver o show, bater um papo, ou que escreve aqui pra mim, nos comments ou por email, e oferece amizade e atenção. Acho tudo isso ótimo. Hoje mesmo conheci um monte de gente bacana no show. valeu ter ficado pra bater papo. Isso acontecia nas danceterias dos anos 90. fico feliz quando dizem que a noite mais badalada de São Paulo no momento é o meu show. Sei que não é por minha causa, mas por ter dado a oportunidade de um monte de gente legal se encontrar e conhecer. A platéia hoje estava linda. E feliz.
Aqui no Bloco também é uma surpresa atrás da outra. E muita gente legal se conhecendo nos comments. Percebi isso. Parece que havia uma turma de gente precisando se ver, se conhecer, e só faltava a oportunidade. A noite de São Paulo tem muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Muitas coisas legais. Mas que estamos começando uma nova onda, isso é notável. E fico feliz em ser um dos operários dessa novidade. A estrela é sempre o público. Sempre.
Perdoe os erros. É tarde.

  Escrito por Bloco às 06h03
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E o sono nada...

Set list dessa quinta, 25 de marco.

Missão impossível
Rock Estrela
Sedado
Ainda é cedo
Solange
Nada mudou

Mensagem de amor
Preciso dizer que te amo
Pra ninguém
Fotografia
É, eu sei
O pobre
A fórmula do amor
Meu erro
As sete vampiras
Conquistador barato
¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿
A vida não presta
Gatinha manhosa
Sonia

  Escrito por Bloco às 05h51
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Tem gente que reclama


Não é preciso concordar com tudo o que eu digo. Nem reclamar por acontecer de pontos de vsta serem diferentes. A mim basta o carinho e a atenção da leitura. E da reflexão. O bom é haver opiniòes e modificá-las, e isso implica em variedade. No texto anterior muita gente acha um absurdo, eu sei, dizer que mulheres são em geral chatas e homens em geral bobos. Mulheres ficam mais chateadas quando são chamadas de cahtas do que homens quando são chamados de bobos. Isso deu pra perceber. Assim como mulheres ficam duas veze smais deprimidas que homens e são mais suscetíveis a vícios e dependências. Talvez isso se deva aos nervos à flor da pele. É a natureza somada à cultura. Mas quando você pergunta a uma mulher a opinião delas sobre mulheres em geral elas metem o pau. Quando um homem aponta erros menores elas ficam possessas. Mulheres costumam ser muito emotivas, essa é a verdade, e não há nada no mundo mais bonito e interessante do quemulheres. Perdoem se deixei que pensassem o contrário. Sou um amante das mulheres em todos os níveis e aspectos. Das bebês às velhinhas. Gosto da companhia feminina em todas os níveis, das amantes às colegad e trabalho etc.
Sem generalizar não dá pra conversar. E bater papo-furado, despretensiosamente, é muito divertido. Deixa eu falar sem pensar. É o hábito, sustendado por uma sinceridade férrea que às vezes pode causar danos e polêmicas. Mas nada disso é condenável, né?

O show vai ser daqueles hoje. Não tenho tido tempo de decorar as letras das novas canções que vou botando no show. São muitas! E tenho trabalhado tanto que só me resta por as letras novas na estante e ler durante o show. Tem gente que reclama mas o Rei faz isso, quase todo mundo faz isso só que com monitores de tv com a letra passando. Eu, com a minha supreprodução, tenho uma linda pasta comprada na Fnac e escrevo as eltras com Pilot e fica ótimo. Se bem que perdi os óculos e no escuro não consigo ler. Aí eu enrolo a língua e meto bronca. Fazer o quê. Melhor que ficar repetindo o mesmo show toda quinta, né?
E o repertório nunca foi e nunca será o mesmo. Até segunda ordem J)


  Escrito por Bloco às 17h37
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Eu te amo não é BOM DIA! (mas também não é nenhum sacrifício!)

Esse é o tipo da coisa que tomado em doses homeopáticas, 4 vezes ao dia, não cura carência nenhuma. A banalidade da coisa dita a toda hora e por qualquer motivo tira da expressão o seu significado. Há uma hora para dizê-lo, e é preciso perceber esse instante. O queixume feminino é constante: -¿Eles nunca dizem eu te amo, eles não querem falar dos sentimentos.¿ . Mulheres, em geral, gostam de novelas e de conversas sobre relacionamentos; homens preferem outros assuntos, ainda quando não fogem destes. É simples: há muitas formas de se dizer as coisas e outras tantas de entendê-las, igualmente. A linguagem corporal, as decisões fundamentais, os olhares, a palavra ou o ombro na hora certa - tudo isso pode ser a declaração mais sincera e espontânea dos sentimentos; flagrantes e instantâneos. Mulheres querem mais, e é preciso saber lidar com isso.
Assim como os homens, em geral, são muito iludidos com o que veêm - e as questões de estética feminina trabalham muito em cima disso - as mulheres são auditivas. Os caras querem ver as coisas, os corpos, os detalhes; as mulheres preferem a narrativa, a história, o contexto: quer que ele diga. Usa-se a expressão ¿ palavra de homem¿ como a dizer ¿de honra¿, enquanto mulheres levam a fama de imprevisíveis: mudam de idéia e de cor de cabelo com a maior facilidade. Homens têm medo de não honrar o que dizem, e quando o fazem são crucificados. E se é difícil, dado o peso das circunstâncias, declarar certas coisas, quanto mais fazê-lo diariamente. Para as mulheres o difícil, mesmo quando estão carecas de saber, é não ouvir as mesmas declarações.
Homens são bobos, mulheres são chatas.

  Escrito por Bloco às 05h58
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A TEMPORADA NO NA MATA CONTINUA. TODAS AS QUINTAS. ESPALHE!

A TEMPORADA NO NA MATA CONTINUA. TODAS AS QUINTAS. ESPALHE!

A TEMPORADA NO NA MATA CONTINUA. TODAS AS QUINTAS. ESPALHE!

A TEMPORADA NO NA MATA CONTINUA. TODAS AS QUINTAS. ESPALHE!

  Escrito por Bloco às 02h00
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Malditos

A idéia de que alguém que vive no limite - só por ser auto-destrutivo - forçando a saúde e flertando com o perigo é uma pessoa que merece respeito me parece risível. Há essa constatação. Olha-se para o suicida com um certo ar de patriotismo. O que se droga ou bebe até ficar zerado de possibilidades é tido como alguém que viveu intensamente. Dez anos a mil é melhor do que mil anos a dez, dizia uma canção em louvor a esse estilo de vida.
Pensando bem, para mim, alguém só porque é triste e auto-destrutivo merecer respeito é o mesmo que alguém virar ídolo só por não cortar as unhas do pé.
Viver a vida com intensidade e no limite é bem o contrário disso: é estar para o amor, as idéias, as experiências com alma entregue. Criar o mundo e inventar o seu lugar. E isso tem a ver com melhorar a vida e não acabar com ela. Ser largado, desleixado, cheio de vícios e tiques não torna ninguém especial.
Pode pegar um gênio drogado e tirar a droga; ele continua genial por mais tempo. Pegue um imbecil e drogue-o por anos consecutivos: ele continuará cada vez mais imbecil, progressivamente. É assim a vida. Se alguém tirar onda porque faz coisas destrutivas que você acha idiota, mande pentear macaco. Se é que você precisa de conselho.


  Escrito por Bloco às 20h05
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Boicote??

Não acho que haja algum boicote na Globo. Se dei a impressão de crer nisso, errei. A maior parte das vezes em que trabalhei em TV foi na Globo! Exatamente por ser ¿de casa¿ eu acredito que às vezes passo meio desapercebido. Santos de casa não são muito milagreiros. Viram móveis e utensílios, parte do cenário, paisagem. Como eu, todo mundo gosta de novidade.

São poucos os programas em que se possa cantar na Globo! Luciano, Faustão, Serginho... de repente na Ana Maria Braga e as brechas vão sumindo. Ter as músicas na trilha do Big Brother é uma bela divulgação, sem dúvida. E qual a razão de se lembrarem de mim com frequência por lá? simples: o Boninho, diretor do programa, dirigiu a maior parte dos meus clipes. Ele conhece bem aquelas músicas e letras, assim como sua equipe. E calha de ter uma Solange, um garotão dubidu daun daun, cercado de mulheres (vampiras?), assim como tinha um conquistador barato etc. Ou não, nào tem nada a ver com o Boninho e é só o inconsciente coletivo, tornando atual tudo o que há pouco era ultrapassado.

O mundo gira, a lusitana roda.
Tudo tem sua hora. E a vida é sempre generosa comigo. Até nas dívidas, hehe. Coisas que parecem negativas, como uma internação em hospital, acabam por dar frutos interessantes. Vai entender!

Tenho tido tanto apoio do pessoal que aqui aparece. Acredito que o que esteja acontecendo de bom, as chances, os apoios, seja mesmo a vontade de muita gente. Amigos. O tesouro.

Lá no Max Fivelinha, no entreato, observei que a MTV nega a minha existência. ele achou a frase estranha e eu expliquei: nunca me convidaram para o VMB, para um rock gol, nunca mencionaram um show ou disco, nunca fui notícia, nunca passou um clipe, nunca nada. Dia desses soube que a Penélope falou algo sobre mim. Acho que o fato de eu estar fazendo shows em SP depois de 15 anos. Disseram, eu não vi. SE é pra falar em boicote, aí é o caso. A MTV consegue falar de tudo o que aconteceu à minha volta sem mencionar minha existência. Com isso muitas coletâneas dos anos 80 foram feitas sem que uma música sequer de minha autoria ou na minha voz fizesse parte. Nada, necas, nunca. Boicote? Ignorância? Sei lá, acho que é preconceito mesmo.

O fato de ter uma obra meio que para o bem-humorado e ter minhas veias mais românticas faz com que muitos pensei ou achem que eu sou brega. Há mesmo aquela coisa limítrofe no repertório pop dos 80! Crianças, senhoras, pobres, ricos, todos curtiam o mesmo som. Os mais sofisticados detestam isso. Ouvir a mesma música que o porteiro do seu prédio? algo deve estar errado! É engraçadinha? Brega! Romântica? Brega. Moderninhos wanabe gostam de atitude: cinismo, narcisismo e arrogância em versão elitizada. E eu não encaixo e nunca vou encaixar no modelito. Se bem que o Max Fivelinha que é muito chique disse que sempre me achou bom exatamente por estas qualidades, ou falta de qualidades. Mas não é raro que me digam que gostam de mim e de tudo o que é trash 80¿s. Fazer o quê? Eu agradeço.

Não sou muito fan do bom-gostismo. Prefiro as coisas mais sinceras. Não aposto muito na eternidade, mas na sinceridade. Pedra que rola. Errando com convicção, crescendo em público. Um dia de cada vez.

Que mania! Lá estou eu falando das mudanças de novo. E falando de mim. Crise de ego? Falta de assunto, mais provável. Hehe.

  Escrito por Bloco às 08h17
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EM TRANSFORMAÇÃO


Fico pensando no quanto tenho mudado. Tenho pensado muito nisso. Não por estranhar, já que tudo me parece absolutamente natural, mas porque nada foi mesmo planejado e tem se revelado meio surpreendente. Por exemplo: o bloco de notas. Antes de começar a fazer eu nunca tinha lido um. Nem sabia direito o que era. só pedi à Gisela que fizesse um bloco de notas no site para que eu pudesse escrever contando as coisas que estavam acontecendo. E a isso davam o nome de blog. Eu achei que fosse escrever uma vez por semana no máximo, só pra contar novidades, dar a agenda e pronto. Pois é. Olhando na contagem das visitas, estamos chegando perto de 60.000. Amanhã ou depois chegaremos lá. e eu fico imaginando o Morumbi cheio. É muita gente. E é um hábito muito rotineiro também. O surpreendente é que eu tenha, de certa forma, ficado íntimo ao ponto de pensar em voz alta, de um Morumbi cheio.

As músicas, os arranjos, a formação da banda, tudo é inédito pra mim. Nunca montei uma banda com a formação atual, sem teclados. E isso nos obrigou a rearranjar as músicas, o que deu uma modernizada também. Tenho ouvido o som que a gente tira com essa estranheza, de saber que são músicas muito cantadas já, e ao mesmo tempo atualíssimas. Em som e letra! E não planejei que fosse assim. foi saindo. Tem uma coisa meio punk no ar, e é exatamente como no tempo dos Miquinhos. Era divertido e está sendo. E a irreverência aparece espontaneamente e não porque eu sou obrigado a ser. Estou no começo da carreira pela segunda vez. E agora sei muito bem quais os caminhos e sou muito melhor no que faço. Em tudo. E isso é muito gostoso. quando a gente sabe fazer fica mais gostoso. Se é que você me entende.

Sinto a transformação em tudo: no corpo, na rotina, no jeito de ver as coisas (ter novos olhos para olhar as mesmas paisagens), no trabalho criativo, e também, devo dizer, na aceitação por parte do mundo às minhas coisas. Tenho sido bem recebido. Não acho que deveria ser diferente, mas a vida andou ventando contra por muito tempo.

o tempo que estive longe foi o tempo em que estive me transformando. Sim, as coisas não acontecem da noite pro dia, elas vão germinando e uma hora nascem. Acho que o episódio que marcou o parto foi minha internação no hospital, em Janeiro, na virada do ano. Eu bati na trave por duas vezes. Sério. Quase morri. E isso virou notícia. Por um lado as pessoas em geral se viram pensando se eu deveria morrer mesmo, se faria falta, se tinha dado todo o meu recado, sei lá. Pode ser piração mas acho que isso ajudou a olharem pra mim com um pouco de atenção e boa vontade. embora eu não seja lá uma figura muito importante, um Big Brother, um saradão, um milionário, tenho lá minhas horas e nunca fiz nenhuma grande merda, né? Tenho amigos. e esse é o tesouro da vida.

Ficar no hospital, só a maior parte do tempo, me fez pensar muito. Não que eu tenha tomado decisões como aquelas de reveillon. Não decidi nada. Mas algo mudou. algo se partiu. A alegria e a perfeição do instante passaram a ser a única coisa desejável. Tudo me pareceu mesmo muito fugidío para que alegrias pudessem ser desperdiçadas. Tenho valorizado cada vez mais o prazer e a alegria. Claro que nunca vou ser levado a sério mas essa também, evidente, não pode ser minha meta. O som está mais urgente. Despojado. Sou pobre, médio, classe média sem remédio, sem posses mas com acesso a coisas boas. Cultura, principalmente, e gente boa. E aí sou rico. Rico de emoções, de experiência, de amigos, de viagens, de realizações. E esses são os elementos da minha transformação. Somos as escolhas que fazemos.
Perdoe por ter falado tanto de mim. Estive pensando em voz alta.



  Escrito por Bloco às 00h19
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Dias longos, noites curtas

Tem gente que pensa que a minha vida é um oásis no Caribe. Que vivo rodeado de nativas em uma ilha do Sul, curtindo horrores, numa boa. Fato é que tenho trabalhado como um cão, 8 dias por semana. Como faziam os Beatles mas sem nem um traço da fortuna e do sucesso deles. Ainda bem! Tô curtindo. Mas bem que eu dormiria mais um pouquinho. ai, ai. Vou pro ensaio.

ps - fui tentar cantar a letra em portugues de I wanna be sedated e nao lembrei de nada. Que mico. NO ar!!! ai, ai. Preciso dormir mais :-)

  Escrito por Bloco às 09h51
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Max na Mix

Daqui a pouco eu vou ao programa do Max Fivelinha na Mix FM. Quem puder sintonizar eh convidado. Serah que tem na net? Vai ver que tem. 20 horas no ar

Quarta-feira, depois de amanha, 6 da tarde vou pintar na Nova Brasil FM.

Na segunda 29/3 dez da noite na Brasil 2000. Sintonize o seu dial.


Engracado. Estou em tranformacao. Muitas coisas mudando e eu sendo surpreendido por mim mesmo. Nada como improvisar a vida. Pedras que rolam nao criam limo.





  Escrito por Bloco às 18h53
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Segunda sem lei


Cá estou eu trabalhando. Fazer o quê? Segunda a gente acorda e vai trabalhar. É o único jeito de garantir um final de semana tranquilo; trabalhando. Se eu pudesse não trabalhar até trabalharia menos, mas acho que não curtiria ficar de férias o tempo todo. Até porque o meu trabalho é divertido pra cacete. Sabe como é, tudo tem um preço.

Estou pensando nas canções que vou ensaiar amanhã para apresentar na quinta. E vamos mudando o repertório. Tem muita coisa nova pra gente tocar. E velhas também! Abaixo a depressão, Aids, Amor, tem várias minhas que a gente ainda não experimentou. Tem Silêncio, que é inédita e eu gosto muito. E tem a dos outros, que eu gosto de cantar. Popstar, Óculos, Rolam as pedras, Sincero, Carente profissional ou Maior abandonado, e muitas outras.

Acho que vou fazer o seguinte, um dia desses, colocar as músicas que estão no cardápio na porta e na internet e deixar o povo escolher. Pode ser uma boa, né? Ou fazer um sorteio; uma daquelas rodas da fortuna, com o nome de várias, e o pessoal vai lá, gira e a gente toca. Ah, dá muito trabalho. Melhor eu mandar e tudo e só tocar o que me der na telha mesmo.

Estou pensando alto.

Tô achando que é a hora de amigos da Globo me darem uma brecha. Tenho aparecido em todos os canais. Menos lá. E é onde tenho mais amigos. como tenho dito: graças a Deus eu moro em São Paulo. No rio eu não sou ninguém. Se pelo menos não tivesse barriga ainda tinha uma chance lá. Com barriga, no Rio.... impossível. Obrigado São Paulo!!! Do fundo do coração. Por me acolher e me aceitar do jeito que eu sou ou estou.



  Escrito por Bloco às 12h32
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Domingo, sangrento domingo


Quando ouvi a primeira vez o U@ cantando essa música, sunday, blloddy sunday, eu achei que fosse sobre um domingo de carnificinas. Até hoje não sei sobre o que é a música mas imagino que seja um domingo, maldito domingo. Ingleses detestam coisas ensanguentadas. quando uma coisa é muito ruim eles dizem que é bloody. Estranha a relação que eles devem ter com menstruação. Curioso, também, o fato de o BDSM é muito popular por lá. Totem e tabu.

Tá aquele domingo sem sol e que pode ser de chuva a qualquer momento. Os passeios no parque ficam restritos aos compulsivos. As feiras são projetos mais viáveis. Eu iria ao Zoológico mas ele se transferiu provisoriamente para o Iraque ou para um morro carioca.

Ontem fui tomar café numa bagueteria em Moema. Muito boa. Aquele café da manhã de hotel, sabe como é? Buffet. Vou morrer sem saber se é bifê ou bufê. Deve ser uma coisa e a outra. Abrasileiraram a estas alturas. E o curioso é que na vasta opção de guloseimas para o café não tinha nenhuma baguete. O pão era ótimo e em frente tinha uma banca. Comprei o Globo.

Pitboys assassinos. Esse era o tema da edição de sábado do Globo. Garotões fortões brigando na noite. Curioso como há um certo tipo de rapaz que embora não se declare homossexual, prefira mesmo o contato físico com outros homens. De preferência os mais intensos. Eu compreendo. MAs que a noite carioca já bem combalida há de pagar por isso, não há dúvida. Essa conceituação estética carioca está destruindo o Rio, esse papo de que o que mais importa é ser bonito e ter um físico malhado. A burrice entra na moda e o que há de mais rico no Rio, a inteligência e o espirito criativo, fica desvalorizado. E páginas e mais páginas de brigas na noite, guerras nos morros contra a polícia e tudo o mais. Outra guerra. Enquanto em São Paulo algum maluco inimigo da natureza se ocupa em destruir os inocentes animais do zoo.

Que animais!

A juventude brasileira, ou boa parte dela, torce para o bandido e contra a polícia. De muitos males que a proibição das ditas drogas de lazer provoca esse é um dos piores: a noção de que há algo de bom no bandido e que a polícia é um corta-barato.

Policiais morrem todos os dias tentando proteger a população desses camaradas sem nenhum escrúpulo que contratam crianças para vender bagulho e promovem todo o tipo de violência contra o povo. E a juventude? boa parte dela é capaz de jurar de pé junto que os bandidos são muito legais com o pessoal mais necessitado, aquele que o governo e a sociedade larga pra lá. É um raciocínio absolutamente idiota e sem nenhum comprovação. No entanto, encontre na balada um garotão com uma cerveja na mão e um cigarro na outra ( o uniforme) e tente convencê-lo do contrário. Eu já tentei! Ele acha que a polícia é do mal e que os bandidos são muito justiceiros, uns Robin Hoods que ajudam os pobrezinhos. Papai Noel, inclusive, na versão juvenil, é do Comando Vermelho. Toda a pinta.

A burrice é de todos os males o pior. E, no entanto, é uma coisa admirável por ser infinita e eterna. Veja o caso desse menina, a Sol, do BBB4. Quem já viu um pedaço do programa sabe que ela é incapaz de dizer ou fazer qualquer coisa que tenha uma mínima sombra de coerência. A burrice é a pior forma de loucura. E a menina supera todos os admiráveis BBBs de todas as edições. É muito mais burra. Nunca se viu burrice sólida e intransponível como aquela. Desafio qualquer um a brincar de Pigmaleão ali. E ela vai se aproximando da final! É uma das prediletas do povão!! Tá lá entre os 4 ou 3, de uma lista de 14! Tá virando ídolo nacional. Com certeza, ela está muito mais próxima de gravar um disco do que eu. E mais próxima de um papel importante em uma novela. Fodam-se meus 25 anos de estrada e estudo. Ela é a escolhida do povão. Eu não. Cada macaco no seu galho. Há um povo que não gosta disso e para esse há pouca coisa na TV aberta. Mas esse povo existe e não é burro e eu sei que ele ainda vai fazer sua voz ser ouvida. E eu vou ajudar a fazer esse barulho.

Domingão e embora o mundo pareça inóspito, cheio de gente que desperdiça a vida enquanto atrapalha a minha, o dia vai tranquilo.

Ontem joguei um poquer com amigos e ganhei. No poquer é preciso construir uma imagem. E iludir. Em todo jogo a gente perde e ganha. Ganhar é intuir quando vai perder ou ganhar e apostar mais na segunda. Esse é que é o nó.

Tô sem idéia hoje...

Ao zoológico vou ficar sem ir um bom tempo. Eu adoro zoológico.
o Rio. Espero que o astral suba, que abdome definido deixe de ser indulto para animais que pisoteia os jardins. Mau caráter e burrice devem estar em baixa na próxima estação!!!! Façamos fé. SEr fortão e gostosa não vai mais ser suficiente para ganhar a admiração alheia. Vamos sonhar com isso.

E não há um bandido bom. Que fique claro isso. Policiais bons existem aos montes. Papai Noel não é do Comando Vermelho. E que isso fique claro!

  Escrito por Bloco às 12h12
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Na boca do povo

http://ofuxico.uol.com.br/fuxicos/fuxico_34124.html

Estamos na capa do fuxico.



  Escrito por Bloco às 11h40
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Mais fotos do show

ESSAS FOTOS FORAM TIRADAS E GENTILMENTE CEDIDAS POR PATRICIA CECCATI. PARABENS E MUITO OBRIGADO, PATRICIA!!!!!






esse e o Mingau

Seven Boys cozinhando

P>A> do RPM mandando ver


Kiko comandando

A adoravel plateia

Mr. Balboa

Crybaby

  Escrito por Bloco às 13h13
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Vai mudar


O bloco de notas vai mudar de hospedaria. E vai voltar a ter os posts falados e fotos a vontade. So nao sei como vou fazer com os arquivos antigos. Acho que vou linkar para dentro do meu site. Assim nao ocupa espaco no blog. E vamos dar uma repaginada, fazer novos links, melhorar muitas coisas. Essa eh a melhor forma de agradecer a grande visitacao que tenho tido.
Acabo de vir do cinema. Vi o Alguem tem que ceder e o recomento muito. filme muito engracado e romantico. Nada piegas. Muito bom mesmo.
Eu me identifico muito com o Jack Nicholson. e ele faz aniversario um dia antes de mim. Vai ver temos mesmo alguns tracos em comum.

Cansado pra caramba, escrevendo direto no blogger, e por isso sem acentos, e pensando em fazer o minimo possivel amanha. A gente merece

Uma duvida: Qual a razao do cinemark passar 22 minutos de traillers na sessao da meia-noite?

Duas motos completamente apagadas andando na Marginal, numa area escura? Suicidas ou bandidos? E andavam muito devagar, bem do jeito que facilitava um atropelamento por um carro mais distraido.

  Escrito por Bloco às 02h58
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Como seu sempre digo

todo mundo eh mais ou menos. 100% mais ou menos. E mesmo blue eyes sendo olhos tristes, ha um duplo sentido, ainda fica meio tolinha a cancao. Mas nada demais, afinal eh rock. E o verso do alvin Ninguem sabe o que seacontece por tras de um sorriso perfeito me parece mais bacana. Mas eu sou fa do Alvin. Soube que ele esta em Sampa, trabalhando com o Dinho novas cancoes para o Capital. Como sempre. E fazem muitas coisas boas. Espero que aparecam para uma canja uma hora dessas.

Tem foto nova. Presente da Vans, que aparece de cabelo vermelho cantando comigo na quarta e na quinta.
Obrigado moca! O povo te ama!!



Essa foi do show de ontem

  Escrito por Bloco às 20h37
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Hoje bateremos o recorde


Achoq ue o bloco de notas vai bater seu recorde de visitações. Não sei porque. Não rolou nenhuma mídia em TV hoje nem nada. Na matéria que saiu na revista QUEM que está nas bancas não há o endereço do Blog nem nada. E como foi cortada a matéria. As respstas ficam muito curtas e editadas. Mas é bel legal. Eu recomendo! E a foto tá bem legal.

  Escrito por Bloco às 17h44
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Virunduns


Você conhece o blog virunduns? eles anotam todas as letras que são cantadas erradas ou mal compreendidas. Virunduns vem de Ouviram do Ipirange.... que muita gente canta viruduns piranga. O link é esse http://virunduns.blogger.com.br/

Acho que a nova do Rappa é séria candidata. Eu, pelo menos, não entendo uma palavra.
Falando em letras, e aquela behind blue eyes? É aquilo mesmo? O cara acha que é pior ser triste ou mal por trás de olhos azuis? Será que ter olhos azuis, no entender dele, faz a dor doer mais? Ou será que ele acha que quem tem olhos azuis não deveria sentir dor? E como ele pode dizer que ninguém sabe como é se rejeitado tendo olhos azuis? Será que nunca alguém de olhos azuis foi rejeitado? Então tem alguém que sabe.
Estou em dúvida. A letra é essa mesma ou entendi errado? Se for o caso a gente manda pro virunduns.
O leoni tem uma música que todo mundo canta errado: Garotos dois. Ë eu já não me importo com isso ao invés de comigo.

  Escrito por Bloco às 17h32
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Kiko e P. A.

Alem do quasimodo que esteve representado pelo pessoal do metal e pela Vans que ctocaram as 3 ultimas comigo, ainda tivemos a aguardada e aplaudidissima canja de Kiko Zambianchi e P. A ( batera do RPM), os dois em Ainda eh cedo, da Legiao, que tocamos hoje pela primeira vez. Muit bom,
eu nao me diverti tanto quanto das ultimas veze porque o som tava meio confuso no palco e eu nao me ouvia direito. E a minha guitarra desafinava o tempo todo o que fez com que o ritmo caisse um pouco. Mas experimentamos varias musicas novas e o publico foi muito legal como sempre.
O unico prtoblema foi a lista d econvidados que enviei por 4email para lah e o computador de lah estava quebrado. Espero que os amigos convidados nao tenham tido problemas.
E o show nao pode parar. Quinta tem mais.

  Escrito por Bloco às 03h28
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Se por tudo....


O blogger chora! Mas algumas eu ponho mesmo. O show de ontem do Quasimodo, meus convidados especiais de hoje. Da uma sacada.










  Escrito por Bloco às 16h31
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O cachorro


Avenida larga e movimentada. Duas pistas, um canteiro no meio, muitos quilômetros. Eu ia em uma mão, o trânsito fluindo lento mas andando. Do outro lado, na calçada, observei a chegada de um cachorro pequeno. Desses de apartamento. Não sei o nome, mas uma raça dessas bem amorosas, que adora ficar no colo, em especial de mulheres. Schnauzer? Yorkshire? Um desses, de pelo meio acinzentado e comprido.
Ele apontou na esquina, olhou para um lado lado e para o outro e parecia ansioso em tomar uma decisão. Não sei se alguém o chamou, ou se o barulho da avenida sugeria sentenças gravíssimas. A decisão veio rápida e como um raio: o cachorro começou a correr. Escolheu a contramão, ou seja, fomos na mesma direção. Eu, com os olhos grudados nele, e ele, se desviando das pessoas que tentavam detê-lo, na calçada, atendendo a meus apelos. Pelo que podia observar ele não estava se poupando. Imprimia toda a velocidade que seu pequeno porte possibilitava. Não havia razão para poupar o fôlego, mesmo que ele não soubesse para onde estava indo. E certamente ele não sabia. em um determinado momento resolveu se livrar das pessoas e das ruas transversais que tinha que atravessar e que o obrigavam a diminuir o passo e escolheu o asfalto.
E lá ia, o cachorro levando os meus olhos com ele. Não devia ser afeito a passeios em avenidas. devia, quando muito, descer de coleira para perambular pelas ruas tranquilas do bairro. Bairro residencial, quase sem tráfego. E lá estava ele, metido na contramão, driblando ônibus, motoboys e senhoras ao volante. Contra tudo, naquele mar de gente e máquinas barulhentas. Sem rumo, sem lógica, sem sentido e com muita pressa. E corria, corria, corria.
Lembrei-me da primeira noite em que saí, depois de uma longa e triste separação, para vencer o claustro e tentar uma sessão de meia-noite, só, e para ver um filme que não empolgava. Cheguei no shopping center e tive a sensação que imaginava o cachorro tendo: tudo em volta era inóspito e todos eram inimigos. Aquela gentalha que meus olhos nublados viam naquele dia, e que imaginava serem todos eleitores do Collor, gente que bota fogo em índio e bate em viado, gente que adora ver as criancinhas dançando na boca da garrafa, gente que debocha de gordos e feios e pobres, gente má perdoada pelo senso comum, pelo fato de suas pequenas maldades serem comuns, serem banais, serem ordinárias. Gente com defeito de fábrica, desvio padrão, produto de marketing michuruca e vulgar. Gente que vem como uma correnteza arrastando tudo, empurrando tudo para dentro dos bueiros da insanidade. Desperdiçando suas vidas e atrapalhando a minha. Gente. Indiferente à minha dor. Rindo do meu desespero.
O que parecia impossível ficava cada vez mais evidente. A morte passava tirando fino e o cachorro, a cada susto, aumentava mais a velocidade. Já não via, já não ouvia, já não importava mais nada: corria. As coisas todas que faziam parte de seu cotidiano, de seu aprendizado, diluíam-se com a velocidade. NAda mais era certo: a vasilha com comida, a hora de dar o passeio, os braços e afagos da dona, as brincadeiras e os latidos, diligentes, a quem tocava a campainha. A realidade era outra, agora, e ameaçadora. Tudo tinha a nitidez do átimo, do que passa quando nós passamos em velocidade. tudo tinha a incerteza do impulso que não sabe em que vai dar. A vontade sem o ponto. O medo. E o desespero.
Mais de dois quilômetros tinham sido vencidos sem que ele arrefecesse. Levava a minha alma o cachorro. conhecia o amor naquele momento. Quando lhe faltava todas as certezas. Quando tudo o que ele conhecia perdia o sentido, encontrava o amor. E para ele corria. Cego. Em busca daquilo que, antes, nunca soubera existir. E é horrível conhecer o amor. Saber o amor, pensar no amor, desejar o amor é de todos, o maior dos horrores. Só há amor quando não se pensa o amor. Quando é como o ar, uma presença contínua e invisível. Um estado basal, uma realidade tácita e dominante. Pensar o amor é diagnosticar sua ausência. E as ausências preenchiam os olhos do cachorro e completavam-lhe o desespero. Haveria alguma lata a ser virada mais à frente. Haveria. Sempre há. O cansaço ia lhe tomando o corpo ao mesmo tempo que que o fôlego lhe fugia. A impotência iria se apresentar, uma hora ou outra, não importa o quanto corresse. conheço a fome. Sei o que ela faz. A fome tem tanta pressa quando o desespero. Conheço os dois. Já fiquei um, dois, três, quatro, cinco, seis dias sem comer nada. Várias vezes. Nunca passaram de seis, os dias, longos e absurdos. E sei a humilhação que é estar com fome e não ter dinheiro para comprar um pão.
Lembro-me do dia em que parti para o Rio, depois de uma semana só comendo um pão com um copo de leite por dia. tinha uns comprimidos para dormir e tomei vários ao entrar no ônibus. Viagem longa, o ônibus quebrou várias vezes e durou quase umas 40 horas de Salvador ao Rio. Na décima sétima hora desci pela primeira vez e fiquei cercando as mesas da churrascaria rodízio de beira de estrada esperando algum desavisado deixar o prato com algo intocado. sempre, em rodízios, pedem mais do que conseguem comer. E era isso o que eu tinha em mente. Os excessos alheios. Nada feito. Sem sorte naquela vez. Fui ao balcão e pedi uma pedacinho de alguma coisa para provar, não convencendo também o churrasqueiro. A sorte foi que um cara me assistiu e, por fazer a mesma viagem, notara também que eu não tinha comido nada desde que a viagem começara. Chamou-me e perguntou se eu estava com fome. Estou. O que mais poderia dizer. Ele falou que se eu tivesse avisado ele dividiria os prato que ele e a mulher haviam comido com os dois filhos pequenos. Onde comem quatro, comem cinco. Era a lógica dele, um nordestino indo para o Rio ser assistente de eletricista em obras. Um generoso e humano pau-de-arara. Salvando minha barriga co, adivinhe, dois pães e um copo de leite. Ele ofereceu uma média com um pão com manteiga mas eu observei que com o mesmo dinheiro poderia comer um pouco mais , e assim se fez. E assim aprendi que a ajuda vem de onde menos se espera, mas vem.
o cachorro ainda iria encontrar alguma lata, algum provável novo dono. Alguém. Era o que eu dizia a mim mesmo quando vi nossos caminhos se separando. Eu, impotente, torcia para que ele tivesse a sorte de fazer parte de uma família amorosa. Quem sabe o encontrariam? Às vezes acontece de você ser amado pelos seus. Nunca do jeito que quer, que precisa, que deseja, que merece. Mas o amor acontece. Para alguns. Alguns. Algumas famílias. Há que se crer nisso, se não as crianças param de nascer. Há que se fiar no absurdo. No improvável, e, como o cachorro, seguir cegamente os impulsos amorosos. O amor era a única certeza daquele animal. O amor que ele já não sentia.

  Escrito por Bloco às 02h43
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Paulinho Boa Pessoa

Foi muito legal. O Paulinho me recebeu muito bem. Agora vou para o show do Quasimodo. Bacana foi encontrar o Cesar na Oficina. Esse mesmo que entra no Comments toda hora. Prazer, Cesar!

  Escrito por Bloco às 20h59
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La vou eu

Estou indo para a Rede Mulher. 16:30 entro no ar. E estou levando violao. Quem quiser e puder eh convidado!

  Escrito por Bloco às 14h51
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Nova versao do filme do Mel Gibson em animacao


http://www.newgrounds.com/portal/view/152358

  Escrito por Bloco às 09h37
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CRY BABY

O guitarrista da Vega, que toca comigo no Na Mata, Marcos Kleine e muito sofisticado de forma que ficou mesmo Crybaby, tem um site com suas gravacoes de musicas instrumentais. Ate a Missao Impossivel ta la. O grande hit dele e a gravacao do hino do Palmeiras que teve 140 mil downloads na epoca em que o verdao voltou para a primeira divisao. Eu recomendo. Eh bem divertido o repertorio dele.

O link : http://www.desktopstarships.com/kleine_project.html

  Escrito por Bloco às 09h31
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SUA OPINIÃO SINCERA


Imagine que eu comece a gravar em casa e por as músicas inéditas no ar, no meu próprio site, para download livre. O que você acha? Pois é, lançamentos mesmo, sem gravadora e nem mesmo distribuição em bancas: direto da minha máquina para a sua. Se eu deixasse um número de conta, no próprio site, com um aviso para shows.,Ou para fazer uma peça. Acabo de ler uma do Mario Bortolotto muito boa. Deu vontade de fazer. Aliás, tem uma outra dele que eu quero ver: Hotel Lancaster. O guia da Folha dá 4 estrelas. Deve ser boa mesmo.

Em breve terei mais novidades. Das boas. Vamos torcer. Sério, mande umas boas vibrações pra cá porque o vento começou a ficar a favor depois de muitas tempestades. E o sol vai brilhar. Sempre brilha.





  Escrito por Bloco às 17h56
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Rede Mulher


Amanha vou estar na Rede Mulher entre 15:30 e 16:30, eu acho. Vamos la, quem quiser assistir eh convidado. Vou aproveitar um pouco de tempo livre hoje para responder alguns emails. Tem sido muiro raro o tempo para a farra ou para manter contato com amigos reais e virtuais. Mas ninguem pode reclamar, ne?
Ta tudo bem!!!

  Escrito por Bloco às 16h42
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HAPPY MAN

A primeira coisa ao acordar foi ver nos comments que o Zico deixou uma mensagem. Sim, o Zico, Galinho de Quintino, o maior jogador que vi jogar. Idolo maior da massa rubro-negra. Muito melhor que o Maradona e mais querido que o Pele. E ele vem ao nosso blog. Que honra!!!
Agora vou ensaiar. O show nao fica bom sozinho. A gente rala. MIngau, Marcos, Mario a quem eu chamo os M, e o novato Penta no sax, nosso convidado especial, cada vez mais entrosados e com o repertorio maior. Essa e a meta. Alem de ensaiar os subs, afinal o Ultraje comeca a escursionar de novo nesta semana e pode ser que datas coincidam. Vamos estar prontos para qualquer eventualidade. O show nao pode parar.

  Escrito por Bloco às 09h07
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300


Foram mais de 300 visitantes no bate-papo. O curioso e que nao aumentou a circulacao de gente por aqui. Mas o papo foi bom.


  Escrito por Bloco às 22h29
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Vai começar o bate papo aqui no UOL.

Tô escrevendo do computador em que faremos o bate-papo.
E tenho boas novas. O pessoal aqui gostou do blog e tã me convidando para trazê-lo para cá. Beleza! Assim posso voltar a fazer meus posts falados, publicar as fotos que der na telha e ainda por cima dar uma incrementada no Bloco na hora da mudança. Por exemplo: links para todos os segmentos do site como textos, fotos, sons, discos, letras e até uma parte que quero fazer para orientar todos os possíveis contratantes sobre o shows, palestras, trabalhos como ator, colunista etc. Facilitar o contato e botar fotos com alta definição, releases, repertõrios etc. Bom.né? Aliãs, muitos que visitam o Bloco não conhecem o site. Passem lã. O link está a´em cima, à esquerda. Só não demore pois o bate-papo começa em alguns minutos.

  Escrito por Bloco às 19h45
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Chat no UOL

DAqui a pouco. 8 da noite!

http://batepapo.uol.com.br/home.html?huol=11

  Escrito por Bloco às 16h51
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Aqui estou eu

Na Rádio Tupi AM. Retransmitido por muitas estações Brasil afora, o programa do amigo Paulo Barboza é um dos maiores sucessos no país inteiro. E agora estou entrando no ar. E hoje à noite, acho que às 8, estarei no chat do UOL. Vai lááááá...

  Escrito por Bloco às 11h04
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HAPPY MAN

A primeira coisa ao acordar foi ver nos comments que o Zico deixou uma mensagem. Sim, o Zico, Galinho de Quintino, o maior jogador que vi jogar. Idolo maior da massa rubro-negra. Muito melhor que o Maradona e mais querido que o Pele. E ele vem ao nosso blog. Que honra!!!
Agora vou ensaiar. O show nao fica bom sozinho. A gente rala. MIngau, Marcos, Mario a quem eu chamo os M, e o novato Penta no sax, nosso convidado especial, cada vez mais entrosados e com o repertorio maior. Essa e a meta. Alem de ensaiar ospara quem faz o download, e a sugestão de fazer um depósito de pelo menos um real por donwload você diria que:

A - Se posso baixar de graça por que eu iria pagar?

B - Se não der trabalho e for seguro, eu até mandaria esse mínimo, R$ 1,00, pois sei que estaria colaborando para que novas canções aparecessem.

C - Não confio em deixar o número do cartão de crédito na maioria dos sites e é por isso que não faço muitas compras na internet.

D - Como seria: boleto bancário? Assim daria pra pagar na net mesmo. Cartão de crédito? Para mandar R$ 3 ou R$ 5, Será que pode?

E - Eu contribuo com mais que isso em algumas campanhas para ajudar gente carente mas não faria isso por você porque parece com dar esmola.

F - Se eu gostasse da música mandaria a grana, se não gostasse apagaria e pronto.

G - Só mandaria depois de baixar algumas. Pra dar menos trabalho.

H - Até ajudaria a divulgar mas não mandaria nada. Se rolasse um show por perto eu iria e se lá tivesse um CD pra vender eu até compraria. Mas uma música só?

I - Se fosse em um site grande, de loja, eu compraria, ou então em um portal como o Terra ou UOL, mas em um site como o seu.... sei lá, não parece confiável.. Só se não tivesse que deixar dados bancários ou cartões de crédito lá.



Por favor, responda com sinceridade, pode escolher mais de uma resposta, e se puder mande para alguns amigos e peça-os para responder para mim no email shows@leojaime.com.br, ok? E no subject escreva Pesquisa
Obrigado mesmo!



  Escrito por Bloco às 09h29
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A solucao


Rodrigo, reenvie as fotos sem acento no leo. Acho que eh o unico jeito.

  Escrito por Bloco às 16h17
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O QUE SOMOS SEM OS AMIGOS???



Valeu, Rodrigo!!!











  Escrito por Bloco às 10h58
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Aos amigos que la vi....
Tina, Perva, Bellinha, Claudia, Nivaldo, Marquinhos e patroa, Bulgarelli e as turma da Faap, Luis e os amigss, A bela Denise e a Carina,, Najla, Lilica, Juan, Marcos Autobahn, Rodrigo,Roger, Solange, Yan, PA, Gislene, Bia, Alessandra e Marcelo, Jerri e amigos, Kid, Carmem, Otavio, Vanessa e amiga(caramba, esqueci o nreira, tocando com os amigos em lugares pequenos e nos divertindo como nunca mais faríamos, depois do sucesso
Lugares em que as pessoas conversam muito, em que há um discurso, atitude clara, posicionamento estético e político, atitude comportamental nem um pouco ambígua etc. E ainda rola. mas será que todo mundo sabe o que é se divertir? Será que aprender a se divertir não é uma das coisas mais difíceis que existe? Será que alguém que nunca se divertiu de verdade sabe que nunca se divertiu de verdade? Sei lá.
Cada um se diverte de um jeito. Mesmo. E quem sou eu para julgar?

  Escrito por Bloco às 06h06
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