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Carol, eu e Tontom continue a nadar, continue a nadar, continue a nadar, continue a nadar...
Escrito por Bloco às 02h29
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Eu não sou uma fraude!!!
E se escrevo isso é por perceber que dizer que às vezes a gente se sente uma fraude faz com que alguns pensem que esse é o julgamento que fazemos de nós mesmos. Não é isso! A angústia criativa é um dos processos da criação! Achar-se incapaz de compor a próxima canção ou de escrever o próximo texto é parte do processo de gestação de uma obra para muita gente. É normal!!! Explicado esse detalhe, há uma outra coisa que quero dizer. Sabe quando você insiste em uma coisa, uma relação, uma cidade, um projeto, qualquer coisa, e a vida fica mandando sinais cada vez mais dolorosos para que você desista pois sua etapa ali já foi cumprida? Ou ainda, ali ou aquilo não é pra você? Vejo isso muito. Alguém tem mania de entrar de cabeça em relações com gente que não demonstra muito afeto. vive reclamando disso mas só se envolve com gente assim. A vida vai mandando recados dolorosos, coisas que acontecem e que servem de aviso para não repetir mais esse padrão. E às vezes repetimos um padrão de comportamento que nos conduz a situações dolorosas e de sofrimento até que a gente resolva tomar uma decisão e mudar o rumo das coisas. É exatamente assim que me sinto em relação ao trabalho com música. Em cada tentativa minha vem uma mensagem gigante de ¿saia dessa!¿. As duas últimas vezes em que assinei contrato para fazer discos o selo e a gravadora faliram. Os últimos shows que produzi foram todos deficitários ou muito difíceis de agendar, produzir, e na hora o público não aparece. Sempre dá algo errado. Quando não dá tudo errado. E quem está perto vê que minha dedicação é enorme e a vontade de cantar e estar sempre no palco idem. E nunca dá certo! Ouço sempre o pessoal dizendo que eu deveria fazer mais shows. Pois é, dos duzentos lugares do teatro em que Fizemos shows nessa semana só conseguimos gente para ocupar 60 lugares. Tanta gente talentosa investindo nesse projeto, tanto tempo sem um show meu aqui em S. Paulo e na hora H o público não aparece. Em Fortaleza foi ótimo neste aspecto. O público apareceu mas a banda contratada para tocar comigo não ensaiou o repertório e não sabia tocar as músicas. Achei que eles gostariam de tocar comigo mas percebi que era só mais uma outra gig. E não muito importante. Com isso o meu desânimo é grande. Sempre escrevem para mim dizendo que devo gravar, fazer shows, mas o meu trabalho no jornalismo ou no teatro são muito mais gratificantes. E penso: se eu fosse tão bom mesmo, como é que as gravadoras podem não ter o mínimo interesse? A gente tem que estar onde o povo nos quer. E os recados para mim são muito claros: música já foi, etapa cumprida. E vamos ver o que o destino nos oferta. Sem mágoas ou rancor. Sinto-me realizado desde que Rock da cachorra ficou em primeiro lugar no Brasil inteiro. Ser o compositor já me fazia sentir realizado. E etapa cumprida, vamos ao próximo objetivo.
Ps - Algo me diz que eu devo ficar quieto na minha concha por um tempo. E assim será. vou fechar tóricas entrevistas com Roberto Carlos e Erasmo Carlos. E ouvi de alguns treinadores que eu era o único comentarista que ia ver os treinos e por isso sabia o que estava dizendo na hora do jogo. Um desses foi o Parreira. Recebi belíssimas menções do ídolo Millôr Fernandes assiim como de Joaquim Ferreira dos Santos, Alfredo Ribeiro, Sonia Biondo, Zuenir Ventura, Guilherme Fiúza e outros cardeais do mundo das letras e notícias a quem admiro profundamente. Sou um homem trabalhador e realizado. Não sou e nunca me candidatei a gênio. Sempre me portei como operário e sempre tratei todos como iguais, na amizade ou na antipatia. Não sou e nunca fui melhor que ninguém. E nem pior. E acredito que por ter feito muito mais coisa boa do que má, na vida e nacarreira, coisas boas estão por acontecer. Pois foi isso, afinal, o que plantei em toda a minha vida. Era isto.
Escrito por Bloco às 18h58
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Eu não sou uma fraude!!!
E se escrevo isso é por perceber que dizer que às vezes a gente se sente uma fraude faz com que alguns pensem que esse é o julgamento que fazemos de nós mesmos. Não é isso! A angústia criativa é um dos processos da criação! Achar-se incapaz de compor a próxima canção ou de escrever o próximo texto é parte do processo de gestação de uma obra para muita gente. É normal!!! Explicado esse detalhe, há uma outra coisa que quero dizer. Sabe quando você insiste em uma coisa, uma relação, uma cidade, um projeto, qualquer coisa, e a vida fica mandando sinais cada vez mais dolorosos para que você desista pois sua etapa ali já foi cumprida? Ou ainda, ali ou aquilo não é pra você? Vejo isso muito. Alguém tem mania de entrar de cabeça em relações com gente que não demonstra muito afeto. vive reclamando disso mas só se envolve com gente assim. A vida vai mandando recados dolorosos, coisas que acontecem e que servem de aviso para não repetir mais esse padrão. E às vezes repetimos um padrão de compa minha boca por um breve momento. Nõ deixe de aparecer e veja no site as mudanças que a Gisela fez. Tá bacana! E tem muita coisa para ler por lá...
Escrito por Bloco às 12h02
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Fraude
De vez em quando, alguns artistas, e estou entre eles, acorda pensando ser uma fraude. Alguns acordam assim a maioria dos dias. O curioso é que as verdadeiras fraudes não passem por esse desconforto. dia desses, jantando com Dinho e Leoni, conversamos sobre isso. E chegamos à conclusão, ou melhor, eu cheguei à conclusão de que todo mundo é mais ou menos. O único que n`não é mais ou menos é o Lobão que diz que é gênio. Eu não vou dizer que não seja, até porque ele faz músicas geniais. Mas a não ser ele todos se sentem ou sabem-se mais ou menos. E são. E somos. Daí a tendência a acordar achando que sempre foi uma fraude e que todo mundo vai descobrir e vai cair a casa. É engraçado, embora trágico. Isso acontece quando a metade menos domina a cena. Sei lá se é auto-estima ou angústia criativa, motivando a gente a criar algo melhor, a ousar , a evitar os caminhos mais simples e seguros e partir para a experimentação que, na melhor das hipóteses, há de confirmar-se acertos e erros ali adiante. Mais ou menos, óbvio. E seguimos assim fraudes ambulantes procurando humanidade e beleza num escuro vale de estética e poesia. Até que a gente acha alguma coisa. Será o mesmo que cavoucar as rochas em busca de outro? Acho que sim. Na maior parte do tempo estamos mesmo é cheios de barro até a alma. Há, porém, o dia crucial em que deixamos de nos sentir uma fraude para sermos, ainda que por poucos momentos, uma verdadeira fraude. Acontece. Estar no palco e ter um branco é a ponta do iceberg. você está lá e num átimo não faz a menor idéia do que está fazendo ali. Se lhe perguntam o nome você há de titubear três ou quatro vezes. E sofrer horrores com isso. Esse é o dia real. E você é mesmo uma fraude e ponto final. Óbvio que para gente como eu esse é o dia em que o crítico filho-da-puta aparece. Ou então aquele amigo super talentoso, um ídolo , que vai fazer um julgamento sobre você baseado no que está vendo. E lá se foi a admiração tão desejada. Sério, como é importante para a gente que um ídolo nos aprove! Críticos não importam. Não há praças ou aeroportos com nome de críticos, graças a Deus. Eles que se fodam. Quem sabe faz quem não sabe critica. o crítico é o invejoso profissional. Dito isso preciso dizer que ontem foi meu dia de fraude. Errei tudo o que podia, cheguei a começar uma mesma música umas três vezes e tive que dar uma paradinha no meio de outra porque não fazia idéia do que dizia a letra que estava escrita logo ali adiantes e não pude ler porque a luz de repente ficou fraca.... uma música que fiquei tocando o dia inteiro para não precisar ler.... O bom é que o público se divertiu com a minha desgraça. riram e foram solidários. Ora, estou lá para divertir o público e isso aconteceu. A fraude foi motivo de alegria? Ora, de alguma forma então salvei a noite. Da platéia , pelo menos.
Olha que frase linda me chega por email. Detalhe: não tenho nada a ver com isso, só estou documentando o fato, ok? ¿Sabedoria de 1ª linha! Mulher é tão bom, mas tão bom que quem não gosta tem mais é que tomar no cu mesmo! ¿
Escrito por Bloco às 13h35
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Surpresa
O show foi ótimo, o público recebeu muito bem e foi ótimo ver as músicas inéditas agradando. o teatro é lindo e o nosso cenário está muito bonito. figurinos também. Nunca tive uma equipe tão boa e dedicada e está todo mundo lá por amizade. o show com o Renato é uma celebração à amizade, e isso fica evidente o tempo todo. A única coisa lamentável foi eu ter me preocupado o dia inteiro com a possibilidade de amigos ficarem de fora, ou seja, de não ter lugar para todo mundo porque o teatro é pequeno. dos 200 lugares só 60 foram preenchidos. Me dei mal nos prognósticos! E pensar que a divulgação forte que a gente fez não surtiu resultado... tudo bem, se em quantidade eu errei na conta em qualidade eu acertei em cheio. Quem foi gostou e nós adoramos o público. O site está sendo pouco visitado. todo dia baixa a visitação. Até esse bloco entrou nessa linha descendente. Pode ser por causa das férias. Pode ser por causa de um natural filtro: só os que gostam mesmo aparecem. Sei lá, o que importa para mim é que o amor com que faço as coisas é o mesmo, enchendo ou não, por saber que estou fazendo com amor e orgulhoso dos amigos que tenho e que celebro nesse momento da minha vida. E isso é muito!
Escrito por Bloco às 02h36
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Você já viu?? O site está de cara nova. Gisela ainda não terminou todas as modificações mas a cara nova com todas as sugestões enviadas pelos visitantes aos poucos vão sendo adicionadas. O visual básico lá está. Vá conferir!!!
Escrito por Bloco às 07h41
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Preparativos
Estamos nos preparativos do show. Ontem, segunda, passamos uma hora e meia no ar, pela rádio Jovem Pan AM divulgando nosso trabalho, Renato e eu. Nesta terça estaremos no jornal da tarde da CBI e depois no Melhor da tarde, com a Astrid Fontenelle. Vai ser engraçado. A última vez em que estive com ela, antes da fase baiana, foi num programa intitulado ¿Meu mundo caiu¿, ou ¿como ficou minha vida com o fracasso¿, e o curioso é que a produtora tinha me dito que era um programa sobre gente que tinha saído da mídia mas continuava trabalhando. foi um mico. Venderam uma pauta e puseram outra no ar e não tinha como consertar, né? Eu só pude dizer que meu mundo não tinha caído e nem que tinha deixado o fracasso subir à cabeça. Hoje à noite tem show do Renato com a Super-oito e meio. vou lá. Ontem foi aniversário da Bete Coelho, mulher dele e nossa diretora. Bem, a verdade é que na nossa produção nós somos as pessoas menos importantes. Mika, Jô, Cássio, Claudinha, Telma, Luizinho, tem tanta gente bacana e talentosa que o melhor que a gente faz é não abrir o bico a não ser para cantar. E depois pedir autógrafo para toda a nossa equipe. Mais que isso, devemos nos orgulhar dos amigos que temos e de merecermos o amor deles. Não o orgulho de soberba: orgulho de realização e merecimento. Nada vale mais do que isso. E torço para que tenhamos casa cheia nos dois dias. Tenho certeza de que serão noites especiais para quem gosta de amor, de música, de se envolver neste tema com sinceridade e despudor. São boas as canções. E há de ser um evento memorável. queria compartilhar isso com o máximo de pessoas, de novos amigos. Coisas novas, canções novas, vida nova. Feliz.
Escrito por Bloco às 03h24
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Se beleza fosse tudo ninguém comia feijoada
E assim sendo, desacato o mestre Vinícius que dizia que beleza era fundamental. Pois eu acho gostosura melhor. o que eu já vi de gente que achava que por ser bonita não precisava fazer mais nada. Aquela falta de assunto...
Preciso tirar uma dúvida: Sou eu que tenho fama de ter pau pequeno ou os emails (spams) anunciando métodos que fazem o pau crescer 5 centímetros do dia para a noite entopem a caixa postal de todo mundo? Das mulheres também? E será que alguma já teve a pachorra (será com x?) de mostrar um email desses para o namorado ou marido? já pensou a cena? E será que essa é a nova investida do marketing, fazer todo homem crer que a vida dele seria melhor com mais 5 centímetros de pau? São tantos os emails que vendem essa possibilidade que imagino um mercado gigantesco para as cirurgias ou seja lá qual for o método de fazer o pau crescer. Desculpem as senhoras e crianças mas aqui, no meu eleitorado, fazer o pau crescer só tem um jeito: tesão. Acordar com uma ereção também, vá lá, mas acho que não conta.
Fico pensando na questão do desemprego. com o tanto de spams que chegam aqui oferecendo trabalho para quem tem internet, com garantia de 3 mil em meio-expediente e 6 mil para quem se dedicar em horário integral, só fica desempregado quem quer. O curioso é que esses empregos devem ser para os caras ficarem mandando emails oferecendo o mesmo emprego, entendeu? Vamos lá, vou por partes. O cara está desempregado e aí recebe um email oferecendo um emprego pra ganhar 3 mil pratas trabalhando seis horas por dia. ele sai e compra um computador, faz um speedy com a telefônica, paga tudo à prestação e o começa a faturar 3 milhas há no primeiro mês. Pagando o computador, provedor e speedy ele tá lucrando uns 2.700 no primeiro mês. E o que ele faz? Manda emails para deus e o mundo oferecendo listas de emails de 10 milhões de pessoas (mesmo sabendo que o número de usuários total da internet brasileira está em torno disso) e emails oferecendo oportunidades de trabalho iguais à que ele aceitou. pe gostar. Da minha parte também há novidades: vou cantar metade do repertório do show e, das minhas, metade será inédita. Acho bom poder mostrar coisas novas apesar de gostar muito de tocar as velhas, ou antigas, que é melhor. E assim experimento com o público, já que um disco novo ainda é ficção. Há quem creia. Eu duvido até o último segundo. Pasme: tenho me divertido! Fui ao cinema um dia desses e, pra abusar, fui de dia!!1 É, sessão da tarde!!! Eu adoro!!! E hoje fiz um programa ainda melhor: fui ver o show novo do Jô. E morri de rir. Não passei mal como da vez em que ele contou um caso num jantar. Ainda bem que ele não contou o caso no jantar até porque o caso é pesado e o show é muito, mas muito elegante mesmo. E soube, no final, que ele estava bolando algumas coisas para o nosso show. fiquei meio besta, sem ter o que dizer. São várias as pessoas que estão envolvidas na produção desse pequeno evento, que pretende encher um auditório relativamente pequeno e não tem nenhuma ambição de, por exemplo, receber a visita de um crítico ou funcionário de gravadora. É um show de meio se semana! E mesmo assim amigos estão queimando a mufa para fazer com que o espetáculo seja bonito. E será! Não por mim ou pelo Renato mas pelos amores que conseguimos angariar. E isso nos torna inigualáveis! Quem for lá verá. Quando vi o Jô, depois do show dele, trocando figurinhas com a iluminadora, a Telma, sobre inovações para o nosso modesto showzinho comecei a pensar nele como um show da melhor qualidade. E a minha voz nem está tão boa.... ai, ai. Começa a tremedeira. Mas eu tenho trabalhado. E quando dá escrevo aqui. Respondo emails também. Mas tô atrasado à beça. E outra coisa: hoje apaguei mil emails de lixo que tinha acumulado por aqui. mil. Lixo. Um saco. Quem puder e quiser: quarta e quinta.
Escrito por Bloco às 03h44
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Se beleza fosse tudo ninguém comia feijoada
E assim sendo, desacato o mestre Vinícius que dizia que beleza era fundamental. Pois eu acho gostosura melhor. o que eu já vi de gente que achava que por ser bonita não precisava fazer mais nada. Aquela falta de assunto...
Preciso tirar uma dúvida: Sou eu que tenho fama de ter pau pequeno ou os emails (spams) anunciando métodos que fazem o pau crescer 5 centímetros do dia para a noite entopem a caixa postal de todo mundo? Das mulheres também? E será que alguma já teve a pachorra (será com x?) de mostrar um email desses para o namorado ou marido? já pensou a cena? E será que essa é a nova investida do marketing, fazer todo homem crer que a vida dele seria melhor com mais 5 centímetros de pau? São tantos os emails que vendem essa possibilidade que imagino um mercado gigantesco para as cirurgias ou seja lá qual for o método de fazer o pau crescer. Desculpem as senhoras e crianças mas aqui, no meu eleitorado, fazer o pau crescer só tem um jeito: tesão. Acordar com uma ereção também, vá lá, mas acho que não conta.
Fico pensando na questão do desemprego. com o tanto de spams que chegam aqui oferecendo trabalho para quem tem internet, com garantia de 3 mil emrguntas que não querem calar: de onde sai o dinheiro? Se o cara que paga 3 mil para esse cidadão só tem para vender cds com endereços de emails, que custam umas 5o pratas, e vai vender um para cada palhaço ou spameiro que contratar, como é que ele vai ter os 3 mil para pagar o cara? Bom, se continua tendo a oportunidade a ponto de um contratado mandar 10 milhões de mails em um dado período, quantas contratações, em progressão geométrica, essa empresa espera fazer em um ano? E como é que existe desemprego no Brasil????? Como???? Será que eu estou tendo delírios paranóicos ou isso é um recurso de donos de provedores e de empresas de telefônica querendo entupir a rede para criar uma demanda de internet de banda larga? De computadores mais velozes? De onde sai a grana e qual o lucro dessas empresas que só fazem contratar spameiros. será que existe essa expressão? E deixo a dúvida no ar. Não quero aumentar o pênis e nem cds com milhões de emails. Não quero nenhuma máquina de lavar calcinha no chuveiro e nem um emprego para quem tem internet. E não quero ter que apagar 300 mensagens em um dia sem abri-las. E sei que não sou o único.
Escrito por Bloco às 00h58
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Pânico
Na sexta passada estávamos voltando do almoço em Mongaguá e ouvindo o Pânico pelo rádio. todo mundo gosta do programa e eu, em especial. tanto que sempre programo as coisas que tenho que fazer de carro para esse horário, entre meio-dia e duas da tarde, só para ficar ouvindo. E não é que deu um pau feio entre o Emílio Zurita e a convidada, a tal Maryeva? Pois hoje ouvi de novo e ele não mais figurava no elenco. Ou deram férias ou sugeriram sua saída do programa. Fez falta. E a moça realmente mereceu o esporro que tomou. Se era pra ser dado no ar ou fora, aí prefiro não opinar. Andei meio afastado do computador. Não vi os emails direito, não atualizei o Bloco, não quis ficar com a atenção voltada para o mundo virtual. Fiquei dando atenção às coisas próximas, vendo os livros e discos que quero ouvir e não substituindo essas necessidades por passeios rotineiros pelo mundo da rede. E foi bom. Recordo-me de estar no hotel entediado, esperando a hora de fazer a peça e curtindo minha solidão. Nem TV a cabo dá jeito, às vezes. Hotel é aquele lugar que foi feito para todo mundo se sentir igualmente em desacordo com a mobília, a decoração, e para ninguém se sentir em casa. Hotel ou é muito bom ou é um tédio. E eu ligava na net e o tédio continuava. ERa a presença do belo que eu procurava. Aquele que encontro nos livros, nas canções~es eternas, nos momentos especiais com as pessoas. E às vezes esses êxtases (e como essa palavra foi corrompida.... logo essa....) podem surgir na internet. Mas não estava me confortando e então precisei afirmar para mim mesmo que esse hábito não existe. Existe sim um eletrodoméstico que me possibilita a comunicação com o distante, o provável, o possível. E só. Daí eu voltei. Curioso que nem a divisão de parágrafos que faço nos textos aparecem na leitura telegrafada do post. Preciso pensar nisso. Ainda sou muito analógico para algumas coisas. gosto muito do som do piano. gosto da folha de papel na mão. Já ganhei várias dicas para comprar o tal peixe. os gatos aqui de casa vão ficar animadíssimos. Prevejo momentos de pura tensão no ambiente doméstico. Vamos ver o que a natureza nos reserva. quem sabe faço o pessoal receber o novo morador com alguma elegância? quem sabe? Vamos contar com todas as possibilidades, não é mesmo? Fui ver o filme da Julianne Moore. É triste. E belo. Lembra o fim de caso e também o as horas. Ela repete um pouco a personagem. E faz muito bem. Linda! E há naquele projeto de vida, o american way of life, um grande vazio e falta de comunicação que não possibilita a felicidade a ninguém. E todos, igualmente infelizes, vão tocando seus papéis. É natural que a mãe não saiba que o filho de 12 anos é um colecionador de armas de guerra, naquelas terras. A mãe só fica sabendo depois que o pimpolho matou metade da classe. E esse é o estilo de vida que o nosso pessoal, muito mais saudável, quer copiar. É triste em cada cidade de interior que visitei havia uma loja grande de piercings e tatuagens. Recordo de estar em 91 andando nas ruas de Nova YOrk e comentar com um músico que tinha ido comigo fazer shows por lá, ao pegar a centésima filipeta anunciando tatoos e piercings, que isso entraria em moda no Brasil em 3 anos. ele duvidou. disse que brasileiro nenhum ia querer furar o pinto para botar brinco. E assim previ e assim foi. E agora todo mundo tem. Hoje, na saída do cinema, vi um garoto que devia ter uns 10 anos com um piercing na sobrancelha e uma camiseta de skate. Uniformizado com a roupa de seu ¿segmento¿ de mercado. E o que será que esse garoto vai estar fazendo daqui há dez anos? Prevejo o barroco de cada onda. Vai cobrir a pele toda, ou ter um osso enfiado no nariz ou algo do gênero. Até que todo mundo ache a coisa mais cafona do mundo e tudo comece a ser de outro jeito. É sempre assim. Viaje e veja. Depois espere.
Escrito por Bloco às 00h44
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Esse deu trabalho. Fiquei 50 minutos tentando publicar esse ultimo texto!!
De vez em quando ate as coisas mais avancadas dao pobrema, ne? E nem e problema. E mais tosco que isso. Olha eu sem acentos outra vez!!!
A verdadeira loura e falsa. Eu digo loura. Loira esta para oiro assim como loura esta para ouro.
Toda mulher nasceu com um abraco a menos.
E agora vou ver se da pau de novo...
Escrito por Bloco às 01h40
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O mesmo texto saiu publicado 3 vezes. Nao disse que isso aqui tava meio complicado ontem?
Escrito por Bloco às 01h37
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Direto de Taubaté
Ontem foi Mongaguá e hoje Taubaté, onde ficaremos até amanhã à noite. Partiremos depois da sessão das 7. É bom fazer teatro nesse horário. Vítor ou Vitória, aos domingos, começava às 6. Dava tempo para fazer muita coisa depois. Mas amanhã é voltar para casa pois a segunda vai ser daquelas. Vai ser uma segunda-feira profissional com carteira assinada e décimo-terceiro, sabe como é? Com tudo o que tem direito. e acho bom. Não sei a razão mas resolvi, na metade de julho, que o ano vai começar outra vez. E começa um ano novo para mim nesta segunda. E tenho dito. Onde. Estava vendo um programa, acho que era um jornal, na TV e apareciam duas atrizes fazendo uma peça, uma coletânea de textos, e a encenação se dava na cafeteria de uma livraria. Acho que era no Rio. O fato é que os textos me interessavam e fiquei prestando atenção. Tudo bacana, bom gosto e coisa e tal. Daqui a pouco as atrizes, eram duas, começam a fazer um trecho da peça para as câmeras e justamente a parte em que uma das atrizes dizia ?Naquelas cartas onde eu....? e eu suspirei. Não tem mesmo jeito. Até o povo que ama literatura acha que uma carta é um lugar. Uma carta onde? É dureza. E dizem tudo: uma reunião onde, uma conversa onde, uma relação onde, uma experiência onde, um momento onde?!?! Não é um absurdo? Não, não é um absurdo porque é muito comum. Absurdos são incomuns. Através. Através é o que atravessa. Eu vi a rua através da janela lateral do quarto de dormir. E ele entrou na igreja, atravessado de luz, imponente como um santo! sim, através. Mas não uma conversa através da qual nos conhecemos. Pode ser até através das horas, vá lá, mas não através como quem quer dizer por intermédio. soube da morte de fulana através de você. Isso só se a visão de raio-x do Superman fosse emprestada por você. Através é através. Mas eu não sou o Pasquale e vivo errando nesse bendito bloco. Qual é? Sei lá. Deu vontade de falar. Amo a língua. Amo a nossa língua. E é bom saber sempre um pouco mais, né? Por exemplo: sabia que coitado é a mesma coisa que fodido? Fudido, se você prefere. Coitado vem de coito. Quem foi coitado foi fodido, certo? Ainda bem que há quem goste de ser coitado ou coitada, mas que é fodido é. Assim como esculhambar é dar com os colhões em...
Nada a ver com o papo anterior mas hoje vi o Lulu Santos no Caldeirão do Huck e achei legal. Antes disso estávamos ouvindo o CD dele no carro e o disco tá ótimo. De uma primeira audição já curti. O cara é bom. Domingo e dia de estréia do meu cronista favorito no jornal O Globo. JOaquim Ferreira dos Santos começa a sua coluna diária que vai substituir a da Hildegard Angel. vamos acompanhar pois o cara é muito bom, divertido, inteligente e com uma visão muito particular das coisas. Eu recomendo!
Tô com vontade de comprar um aquário daqueles que só cabe um peixe. Será que o bicho fica lá na boa?
Escrito por Bloco às 01h30
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Direto de Taubaté
Ontem foi Mongaguá e hoje Taubaté, onde ficaremos até amanhã à noite. Partiremos depois da sessão das 7. É bom fazer teatro nesse horário. Vítor ou Vitória, aos domingos, começava às 6. Dava tempo para fazer muita coisa depois. Mas amanhã é voltar para casa pois a segunda vai ser daquelas. Vai ser uma segunda-feira profissional com carteira assinada e décimo-terceiro, sabe como é? Com tudo o que tem direito. e acho bom. Não sei a razão mas resolvi, na metade de julho, que o ano vai começar outra vez. E começa um ano novo para mim nesta segunda. E tenho dito. Onde. Estava vendo um programa, acho que era um jornal, na TV e apareciam duas atrizes fazendo uma peça, uma coletânea de textos, e a encenação se dava na cafeteria de uma livraria. Acho que era no Rio. O fato é que os textos me interessavam e fiquei prestando atenção. Tudo bacana, bom gosto e coisa e tal. Daqui a pouco as atrizes, eram duas, começam a fazer um trecho da peça para as câmeras e justamente a parte em que uma das atrizes dizia ?Naquelas cartas onde eu....? e eu suspirei. Não tem mesmo jeito. Até o povo que ama literatura acha que uma carta é um lugar. Uma carta onde? É dureza. E dizem tudo: uma reunião onde, uma conversa onde, uma relação onde, uma experiência onde, um momento onde?!?! Não é um absurdo? Não, não é um absurdo porque é muito comum. Absurdos são incomuns. Através. Através é o que atravessa. Eu vi a rua através da janela lateral do quarto de dormir. E ele entrou na igreja, atravessado de luz, imponente como um santo! sim, através. Mas não uma conversa através da qual nos conhecemos. Pode ser até através das horas, vá lá, mas não através como quem quer dizer por intermédio. soube da morte de fulana através de você. Isso só se a visão de raio-x do Superman fosse emprestada por você. Através é através. Mas eu não sou o Pasquale e vivo errando nesse bendito bloco. Qual é? Sei lá. Deu vontade de falar. Amo a língua. Amo a nossa língua. E é bom saber sempre um pouco mais, né? Por exemplo: sabia que coitado é a mesma coisa que fodido? Fudido, se você prefere. Coitado vem de coito. Quem foi coitado foi fodido, certo? Ainda bem que há quem goste de ser coitado ou coitada, mas que é fodido é. Assim como esculhambar é dar com os colhões em...
Nada a ver com o papo anterior mas hoje vi o Lulu Santos no Caldeirão do Huck e achei legal. Anavés é o que atravessa. Eu vi a rua através da janela lateral do quarto de dormir. E ele entrou na igreja, atravessado de luz, imponente como um santo! sim, através. Mas não uma conversa através da qual nos conhecemos. Pode ser até através das horas, vá lá, mas não através como quem quer dizer por intermédio. soube da morte de fulana através de você. Isso só se a visão de raio-x do Superman fosse emprestada por você. Através é através. Mas eu não sou o Pasquale e vivo errando nesse bendito bloco. Qual é? Sei lá. Deu vontade de falar. Amo a língua. Amo a nossa língua. E é bom saber sempre um potes disso estávamos ouvindo o CD dele no carro e o disco tá ótimo. De uma primeira audição já curti. O cara é bom. Domingo e dia de estréia do meu cronista favorito no jornal O Globo. JOaquim Ferreira dos Santos começa a sua coluna diária que vai substituir a da Hildegard Angel. vamos acompanhar pois o cara é muito bom, divertido, inteligente e com uma visão muito particular das coisas. Eu recomendo!
Tô com vontade de comprar um aquário daqueles que só cabe um peixe. Será que o bicho fica lá na boa?
Escrito por Bloco às 01h28
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o que aconteceu no dia em que voce nasceu?\\
tem um jeito de saber. Eu fui la e deu isso aqui, olha o link: http://istoe.terra.com.br/gentedinamica/aniversario/aniversario.asp?nome=leo+jaime&dt_nasc=23%2F04%2F1960
Quer ver o seu? Entre la!
http://istoe.terra.com.br/gentedinamica/aniversario/index.asp
Escrito por Bloco às 14h17
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Um dia
Nada demais. Um dia comum. Não. Nada comum. Acordei no Rio, fiz a viagem até São Paulo de carro. Choveu forte. A gasolina estava no fim e o posto ¿não chegava¿. Um dia atípico mas sem grandes acontecimentos. Um dia daqueles em que você faz contato com aquilo que se pode chamar de estado basal. O nada vivo e em movimento. O padrão. E a conclusão é que sou feliz. Pode haver uma depressão, tudo bem. Há cura! E mesmo deprimido sou feliz. Que me perdoem os lógicos pois eles não irão me compreender. Se há o estresse, se há o problema há por trás dele, dentro de mim, um viver em paz e satisfeito. Nada eufórico, pelo contrário. Vejo a vida passando e me levando para onde eu quero mesmo ir. Percebo alguns afastamentos, algumas aproximações. Tudo lento e gostoso. Mesmo as perdas. Há um momento em que a gente quer perder as coisas, as pessoas, os hábitos. A gente quer deixar de usar um tênis que já teve sua época. E se não é um tênis é uma roupa ou uma gíria ou um bar ou um amigo. Ou uma cidade em que a gente costumava ir e que por mais que tenha sido legal a gente começa a pensar em como seria a gente em outra. Se era praia vamos à serra. E se me atenho nessas reverberações é pelo fato de que o prazer ou o conforto no afastamento e na perda é um aprendizado difícil. Desistir de certas relações e deixar que o tempo faça seu trabalho sem investir mais nada. Isso é duro. Requer sofrimento mas pode um dia se transformar em algo que a gente percebe como uma melhora, como algo que está sarando, como uma tempestade que finda, como uma virada no placar, perto do final do jogo. Feliz. Nem há o que invejar. Nem fortuna, nem sucesso, nem outros tipo s de poder. Alegria e amores. Esses são meus tesouros abstratos e impalpáveis. Ou melhor, alguns dá pra apalpar na boa. Mas para que serve o amor se não para produzir suspiros e sorrisos. E é dessa felicidade que eu me abasteço. Feita de algumas constatações sutis, alguns laços suaves e frouxos, alguns momentos de ardente paixão ou de calorosas e hilariantes gargalhadas. Tudo subjetivo e impossível de ser guardado. Pode-se até esbanjar mas guardar não. Só nas lembranças. E aí, num dia em que você passa cumprindo tabela, dirigindo horas a fio, parando para dar uma cochilada, olhando a paisagem que muda na janela, quando o diálogo interior se aprofunda, aí você pode perceber essa essência. Esse recheio. Essa conquista. Vã e finita. Mas definitiva.
Escrito por Bloco às 00h30
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Por um fio
Se você não viu esse filme pare de ler agora. Pronto, já parou? Não, né? Então para agora. vai procurar algo nos arquivos de texto lá no site. Depois não reclame que eu contei coisas do filme. Todo mundo é testemunha que eu avisei!!! Bom, fui ver o filme e fiquei muito bem impressionado. É um filme curto sobre uma situação limite e filmado quase todo em um lugar pequeno. Interessante. Parece o Encurralado, um dos primeiros filmes de Spielberg em que um carro é perseguido por um caminhão. E só aparece, quase, o rosto do motorista to carro. Pois é, roteiro genial, filme baratíssimo e muito bem dirigido. O ator, Colin Powel é excelente e tudo vai muito bem. Mas há um porém. Parece que ficou claro para o povo americano que a figura do grande xerife é quase um prolongamento de Deus. Parece que o big brother, mais do que uma entidade controladora, mais que uma máquina governamental, é uma consciência americana. E é esse o espectro de consciência que o filme apresenta e que todo mundo parece aceitar. Uma voz de alguém, um sniper, que observa a vida de pecadores e os obriga a sofrer pelo que fizeram. Isso vale para um marido infiel, por exemplo, mesmo um infiel que ainda não tenha barbarizado muito, como o filme apresenta. Não é o caso do cara que tem duas famílias mas a de um profissional que se envolveu com uma colega de trabalho. Corriqueiro, né? Clinton, lembra alguma coisa? E o sniper, o franco-atirador, se permite julgar e punir, de acordo com seu código moral, sem julgamento ou direito de defesa. Assim como os EUA agem no mundo. SE a ONU diz eu é cedo para invadir eles invadem sem a ONU concordar, afinal são o xerife do mundo e seu julgamento moral vale mais do que qualquer avaliação estrangeira até porque estrangeiro, para americanos, são inimigos em potencial. E é assim que a estória é contada. O perseguido obedece com fidelidade canina, se expondo a todo risco e se tornando um crápula com todos os que com ele se relacionam a fim de obedecer cegamente a voz que vem do alto, a entidade superior que julga e condena, ao ser supremo e armado até os dentes que se deu o direito de caçar quem lhe parece inadequado moralmente. E como acaba a estória? ora, por ter se transformado no cachorrinho obediente do ser supremo o cara se dá bem. Dele se aceita toda falta e tudo é perdoado. Não é morto pelo grande deus-armado e matador. E, no entanto, foi totalmente devastado em sua moralidade própria e vencido em seus próprios conceitos particulares. Teve que se redimir em público. Fazer o mea-culpa de marido traidor e se expor ao ridículo para ouvir, ao final, do grande big-brother: estou de olho em você! Não mije fora do penico que eu te mato!
E a entidade suprema? Livre e poderosa para perseguir outro pecador. Limpo, cínico em suas execuções, muito bem equipado e cientificamente hiper desenvolvido. Um belo simbolismo para os EUA, não parece? E não discute nada com ninguém: age. Ou seria melhor dizer, como nos filmes de cowboys: atira e depois pergunta. Tanto o julgado quanto o julgador saem glorificados no final. E os transeuntes, os outros pecadores, os seres inferiores (de acordo com aquele preceito xenófobo e moralista americano) esses mereciam mesmo o castigo que tiveram. Sei não. O Rambo era mais romântico.
Escrito por Bloco às 17h48
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Muito divertido por aqui
O tempo tem sido muito generoso em minha passagem pelo Rio. Dias e noites muito agradáveis. Nada de inverno, óbvio. Tudo calmo. E tem sido ótimo rever os amigos. Outras estórias, outros projetos, outros ares. Mas que estou morrendo de saudades da minha casa e dos amigos de S. Paulo, isso não posso negar. Amanhã tem show do Renato e na quarta também. Para quem estiver na cidade eu recomendo. vai ser bom. E se não me engano é naquele lugar que ele falou lá no Jô, perto do cruzamento da Rebouças com a Faria Lima. Um jornal ou a Vejinha podem esclarecer essa dúvida. Outra coisa que não se pode perder é o show do Jô no novo Tom Brasil, que se eu não me engano fica na Marginal do PInheiros. Revi o HO\omem Aranha ontem. MUito bom mesmo! Mas é filme de super-herói e não drama psicológico como o Hulk, que parece Bergman só que é mais complicado. Eu gostei dos dois por razões diferentes. Mas gostei. EStou querendo botar em dia minha agenda cinematográfica mas não tem dado tempo para tanto. Aliás, tinha alguma coisa que eu queria contar mas eu esqueci. Depois em conto.
Lembrei: as visitacoes estao diminuindo muito tanto no site quanto no bloco. ferias. ta todo mundo vadiando. E olha que essa palavra anda tomando contornos perigosos. Soube de uma amiga professora que teve problemas por dizer a uma aluna que disse em classe que nao iria prestar vestibular que ela tinha optado por nao ser aluno vadio que passa em vestibular. A menina achou que a professora tinha chamado ela de vadia. Ve-se que a moca nao passaria mesmo em um vestivular decente. Pois e. Da seria: a burrice esta na moda. como esse ultimo paragrafo foi escrito na hora de postarr, vai sem acento mesmo.
Escrito por Bloco às 18h46
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Eu te amo não é ¿bom dia¿ (mas também não é nenhum sacrifício!)
Esse é o tipo da coisa que tomado em doses homeopáticas, 4 vezes ao dia, não cura carência nenhuma. A banalidade da coisa dita a toda hora e por qualquer motivo tira da expressão o seu significado. Há uma hora para dizê-lo, e é preciso perceber esse instante. O queixume feminino é constante: -¿Eles nunca dizem eu te amo, eles não querem falar dos sentimentos.¿ . Mulheres, em geral, gostam de novelas e de conversas sobre relacionamentos; homens preferem outros assuntos, ainda quando não fogem destes. É simples: há muitas formas de se dizer as coisas e outras tantas de entendê-las, igualmente. A linguagem corporal, as decisões fundamentais, os olhares, a palavra ou o ombro na hora certa - tudo isso pode ser a declaração mais sincera e espontânea dos sentimentos; flagrantes e instantâneos. Mulheres querem mais, e é preciso saber lidar com isso. Assim como os homens, em geral, são muito iludidos com o que veêm - e as questões de estética feminina trabalham muito em cima disso - as mulheres são auditivas. Os caras querem ver as coisas, os corpos, os detalhes; as mulheres preferem a narrativa, a história, o contexto: quer que ele diga. Usa-se a expressão ¿ palavra de homem¿ como a dizer ¿de honra¿, enquanto mulheres levam a fama de imprevisíveis: mudam de idéia e de cor de cabelo com a maior facilidade. Homens têm medo de não honrar o que dizem, e quando o fazem são crucificados. E se é difícil, dado o peso das circunstâncias, declarar certas coisas, quanto mais fazê-lo diariamente. Para as mulheres o difícil, mesmo quando estão carecas de saber, é não ouvirem as mesmas declarações. Homens são bobos, mulheres são chatas.
ps - esta podia entrar em destaque no site. outra dos tempos de O Dia. Em homenagem ao Ary de Carvalho, falecido nesta semana que era o big boss dess pjornal cariqoca ate o osso.
Escrito por Bloco às 05h25
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Fim de caso
Estava na porta do cinema e bati um fio para um amigo. Bem, não foi isso: telefones celulares não nos ligam lá na outra ponta através de fios, mas de ondas magnéticas. Vou começar de novo. Estava na porta do cinema, sessão da meia-noite, pré-estréia, quando bati uma onda para um amigo chamando-o à fita. Disse que o filme chamava ¿Fim de caso¿ e que era com aquela ruiva e tinha cara de ser bom. Ele não topou, tinha um basquete rolando na TV e o fim de caso da ruiva ficou pra depois. Começa o filme e vou reconhecendo os diálogos. Mas como? De onde me vem esta familiaridade? Como tudo aquilo me parece conhecido? Pimba, a certeza me bate impiedosamente e tudo vem à mente num clarão: já li o livro! Li e gostei! Cutuco a pessoa ao lado e conto a novidade. Li e gostei. Quando vou dizer que sei o final da estória, me apavoro: não lembro o final da estória, não lembro nada, não lembro nem o nome dos personagens! Nem os lances mais dramáticos, nada. Branco. Mas, como? Esse livro é do Graham Greene, eu até dei para a minha irmã, que não é muito de livros, e ela adorou! O filme segue e eu embasbacado com a situação: sei tudo intimamente e não lembro nada! Cada cena me confirma o que devia saber sobre os rumos da trama. No fim, fui até capaz de dizer que o livro tinha mais ironia, mais calor, mais verve. O filme é sombrio e triste, mas o ódio não é nem sombrio e nem triste, e o livro é sobre o ódio. Ou, pelo menos, a tentativa de usá-lo para inocular o desamor, substituindo-o. Sombrias são minhas memórias. Quantos livros, pessoas, cenas, cheiros, perdidos na escuridão. Mesmo as coisas mais valiosas. Só recordo que gostava, e muito. Por quê? Fim de caso.
ps- esse foi outro filme que vi, faz tempo, e que insipirou uma cronicazinha. Foi publicada no Dia.
Escrito por Bloco às 04h46
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hulk
Tava demorando a sair um post novo, né? Férias! A coisa que tenho feito com mais empenho aqui no Rio é vadiar. Dormindo muito, curtindo muito, e tentando fazer contato com todos os amigos o que é praticamente impossível. Tenho muitos amigos. E amigos dos bons. E vou ter que furar com alguns. Não dá tempo para estar com todos numa boa, de uma visita só. Bom isso, né? Espero que eles me compreendam. E como a idéia não é cumprir tabela mas tocar esses dias com muita tranquilidade, até o bloco de notas fica mais devagar.
Fui ver o Hulk e gostei. Gostava do gibi (fala-se assim ainda?) e do filme na TV, o seriado. O cara do seriado aparece em um take junto com o autor. Preste atenção nisso. E gostei da nova versão. É importante dizer que é um drama psicológico e não um filme de ação. Do mesmo jeito que Matrix reloaded é igual ao Sétimo Selo do Bergman só que mais complicado.
Cheguei a uma conclusão de porque São Paulo me parece mais aconchegante do que o Rio. Em SP as pessoas me olham e vêem um cantor, ator, comentarista, algo assim. No Rio me olham e vêem um gordo. E só o gordo. Ou melhor: um gordo que não está na Globo o que seria um bom atenuante mas não resolveria a contento. Comentei com o Jô um dia destes que o preconceito contra gordos estava ficando cada vez mais intolerável e ele estranhou. De certo não vem sentindo isso e concordei com ele. O Gordo em si é visto com muito mais benevolência do que o novo-gordo. Assim como o rico é folclórico e o novo-rico a piada.
Como você pode observar tenho tido muitas idéias! Nada como o ócio! E ainda não fui no Cervantes comer o sanduíche de pernil com abacaxi. Um dos melhores pontos turísticos do Rio é aquele sanduba. Um ritual. Mas tenho vários aqui. Amo essa terra. Quero muito que o Rio desemboque em outro estágio rapidamente. Com gente fina, elegante e sincera dominando a paisagem.
Queria ir ao teatro, tem muita coisa boa rolando, mas não achei tempo ainda. Tô numa leseira! Ai, ai.
Domingão. Pressa de quÊ?
Escrito por Bloco às 13h43
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O que será?
Estou tentando receber as mensagens mas não cai nenhuma na caixa postal. Será que o servidor está com problema? Bom, se você me escreveu hoje pode ter certeza de que não recebi nenhuma mensagem. Ou, e é bem provável, ninguém me escreveu hoje. Férias, sabe como é.
Ontem na estrada anotei uma coisa que eu acho detestável: aqueles tipos que ficam colados na bunda do seu carro piscando o farol freneticamente enquanto você vai na velocidade máxima permitida. Eu a 120 e um maluco me exigindo uma ultrapassagem todo nervosinho, e nem é que eu tenha demorado para abrir o caminho. ele é que dirige assim. Parece aquela coisa de fórmula 1, do cara ir tirando um segundo por volta. Maluquice ou diarréia. Um dos dois.
E o pior é que em percursos curtos, a diferença é mínima entre quem vai a 120 ou 110 e quem vai a 150 ou 160km/h. Não vale a pena se arriscar. Andar mais devagar do que o fluxo também é péssimo. Quem anda assim pode se safar mas provoca muitos acidentes.
Estou aqui no Rio e a cidade continua maravilhosa. Pobre mas linda. E hoje está lindo o dia. bom de olhar pela janela. Bom de passear na orla. Bom de encontrar os amigos para um bate-papo e ficar jogando conversa fora, rindo e curtindo a brisa, o movimento, o astral gostoso e cálido deste inverno mal-acabado. Tá quente aqui. Não muito. Quente gostoso. Aquele sol de verão, de derreter catedrais, aquele é um horror. Melhor a neve.
E cá estou a falar do tempo, de outras amenidades, jogando fora um papinho com os amigos, numa boa, feliz da vida. Ai, ai. Férias.
O site, depois que criei esse blog, está perdendo grande parte dos seus visitantes. Vamos divulgar o site? Peço a sua ajuda e agradeço de antemão. Muito obrigado.
Escrito por Bloco às 14h55
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Bilhete
Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, enfim, tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
(Outro texto do Mario Quintana)
como da pra perceber eu sou fa do Mario. Quem tiver coisas lindas dele podememandar. Alias poesia e um otimo presente mas poucos sabem dar e ou receber.
Ja estou no Rio. A viagem foi boa. Teve uma hora em que acabei estacionado na estrada por causa de um engarrafamento monstro que durou 40 minutos. Acidente dos feios. Nem deu para saber se era caminhao ou onibus. Pego fogo. E tava feia a coisa. Muitas ambulancias, bombeiros e o escambau. Fiquei la curtindo um som, comendo uns biscoitos de vento e tomando agua. E como tudo na vida, passou. Cheguei bem e de bom humor, apesar de cansado. E na chegada recebo um simpaticissimo telefonema do Jo convidando para o seu show amanha. Fiquei muito sentido de nao poder ir porque sei que o show e de morrer de rir e ainda mais ele teve a delicadeza de convidar esse notorio vup pessoalmente. Isso so acontece uma vez na vida! Mas em breve eu vou. Na primeira chance. E recomendo a todo mundo. So nao me contem as piadas, pelo amor de Deus!!!!!!!
Escrito por Bloco às 03h08
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A vida... (Mário Quintana)
"A vida são deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas ! Quando se vê, já é sexta-feira... Quando se vê, já terminou o ano... Quando se vê, passaram-se 50 anos ! Agora, é tarde demais para ser reprovado... Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas...
Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo. A única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais."
ps - recebi pela net. SE nao for do Mario alguem me avise. E obrigado Neide!!
Escrito por Bloco às 13h25
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Vida cheia de surpresas
Ontem estávamos fazendo as fotos para divulgar o show que Renato e eu vamos fazer dias 23 e 24 e acabamos combinando de ir ao Jô juntos. Ele porque ia ser entrevistado e eu para fazer companhia. O Jô, como sempre, uma simpatia e fez uma entrevista ótima com o Renato. O chato foi que como eu não sabia que ia ao ar hoje mesmo acabei não podendo avisar a todos no site. bom, quem viu viu e eu só dei um oi mas adorei estar lá. Diverti-me a valer, como sempre que encontro o Jô. Curioso dizer isso agora, mas já disse isso em inúmeras entrevistas em que era inquirido sobre o fato de desenvolver várias atividades nem sempre coerentes como ser jornalista e artista. E sempre usei o Jô como exemplo, sem querer me comparar -ele é gênio e eu operário - mas mostrando que dá para ser escritor, ator, músico e jornalista numa boa. Por prazer e necessidade de trabalhar. E toda vez que bato papo com ele vejo que temos mesmo muitas afinidades. Por exemplo: toquei trumpete no colégio e sempre quis tocar bem, afinal sou um grande fã do Chet Baker. Também sinto que teria uma certa liberdade se entrevistasse pessoas de diversas áreas por de fato saber falar várias línguas e ver as coisas por pontos de vista variados. E sei que entrevistar é um aprendizado contínuo e saber é a coisa que mais me interessa. Bom, o fato é que o Renato arrasou, foi muito bem recebido pelo público e já começo a achar que nosso show vai bombar. Ele foi muito bem mesmo! E em breve teremos mais novidades também muito boas. Garanto!!!
Escrito por Bloco às 03h42
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Um bom texto do Roberto Freire
Eu sou fa de sse cara! Obvio que e um texto sobre amor. E esta no Blog da Bella Luna. De uma passada por la se ficar com vontade. http://www.bella_luna.blogger.com.br/ O Roerto freire, para quem nao sabe, nao e o grande politico do PPS mas um terapeuta criador da SOMA, uma terapia bem interessante e tambem e autor de grandes livros como Cleo e Daniel e Sem tesao nao ha solucao. Esse post vai sem acentos porque foi escrito no proprio site do blogger que nao aceita acentos de macs.
Escrito por Bloco às 13h07
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Dias longos e noites curtas
Ontem foi daqueles dias em que sai quandome levantei e só voltei para casa de madrugada. Nem consegui ir ao rio ainda! tanta coisa para fazer por aqui. Mas as notícias são boas. Dias 23 e 24 de julho farei um show com o Renato, um supercompositor que vai lançar seu primeiro CD, amigo, e que dividirá o palco comigo nestes dias. É um show dos dois com violões, e com músicas que falam de amor. E muito intimista. Isso foi o que nossa reunião de ontem delimitou e como parece que a idéia é definitiva já posso aqui anunciar. Quem estiver em São Paulo considere-se convidado. Ontem fizemos as fotos para a divulgação. Fizemos com a Lenise, de quem já ouvi falar muito bem mas que nunca tinha me fotografado. A Bete Coelho foi empossada por nós como diretora do show e já deu um monte de broncas carinhosas ontem na hora das fotos. E assim fazemos um bom e divertido trabalho de grupo. Hoje o Renato vai ao Jô e eu acho que vou acompanhá-lo. Quem quiser conhecer melhor o renato assista o Jô nesta semana e na semana que vem. Nuca sei quando vai ao oar mas posso precisar melhor depois. Neste final de semana não há apresentações marcadas da peça e por isso posso dar uma viajada. Acho que vou com amigos para a fazenda ou para a serra. Nem no rio devo ficar. Descansar!!! Ontem peguei o violão e fiquei tocando umpouco. A minha voz já está ficando boa mas os agudos ainda são complicados. O fato de que o personagem da peça berra sem parar andou me preocupando. Fiquei com medo de machucar as cordas vocais e ainda estou querendo dar uma geral no médico para ver se está tudo bem. Mas aparenta estar. Na medida do possível volta hoje!!! Quem é de Sampa não pode perder. É diversão garantida!!! o pessoal morre de rir na peça que ajudei a escrever e que o Eduardo Martini encena magistralmente. Não perca!!! E não é que já estamos na metade do ano? Julho, férias, friozinho começando a chegar. Até que enfim. Mas os dias fogem como cavalos selvagens descendo a colina. E não há como segurar mesmo!!! Uma coisa curiosa: desde que tirei o Bloco de notas do site as visitações têm diminuido. E o contador do Bloco foi instalado há coisa de duas semanas e já marca o que o site teve de visitas, ou quase, em um mês!!! Acho que seria uma boa convidar o meu querido leitor a visitar o site e dar um passeio por lá. A Gisela, minha genial e gentilíssima webmaster (eu redcomendo!!) está terminando os últimos detalhes para uma renovação total no visual. Fique atento! E agora vou responder um pouco das mensagens que chegaram nos últimos dias...
Escrito por Bloco às 12h04
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BRASIL, Homem, Ator, Jornalista, Cantor e Compositor
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